Revolut nomeia Martin Gilbert para chairman não executivo

Co-chief executive Standard Life Aberdeen, que já era conselheiro do CEO da Revolut, passa a ser membro do board e chairman da fintech a partir de 1 de janeiro de 2020.

Depois de, em agosto, a fintech ter reforçado a sua equipa executiva com três “tubarões roubados” ao setor da banca tradicional — Philip Doyle, ex-ClearBank, foi nomeado diretor de Risco de Crime Financeiro da fintech, e fará companhia a Wolfgang Bardorf, ex-membro da direção executiva da Goldman Sachs e Deutsche Bank, apontado tesoureiro, a Stefan Wille, ex-N26 e Credit Suisse, que assume a posição de vice-CFO e a Dave MacLean, o antigo diretor financeiro do Metro Bank, que em outubro se tornou CFO –, a Revolut anunciou esta terça-feira ter contratado Martin Gilbert para a função de chairman não executivo da empresa.

De acordo com um comunicado enviado pela startup, a contratação de Gilbert vem “reforçar o board com profissionais experientes, uma estratégia alinhada com os planos de expansão global da empresa”.

“À medida que nos preparamos para escalar o negócio globalmente, é crucial que as nossas equipas reúnam pessoas com criatividade, visão e experiência. Martin é um veterano respeitado no mundo financeiro e traz uma experiência sem paralelo para a Revolut. O seu conhecimento será inestimável numa altura em que continuamos a nossa missão para nos tornarmos o primeiro verdadeiro banco global”, refere Nik Storonsky, fundador e CEO da Revolut.

Para Gilbert, “a Revolut é uma proposta única na banca digital mundial, e estou muito satisfeito por integrar o board da empresa numa fase tão importante de desenvolvimento”.

Martin Gilbert era co-chief executive Standard Life Aberdeen, e foi cofundador da Aberdeen Asset Management e chairman do PRA Practitioner Panel, e passa a estar ligado à Revolut a partir de 1 de janeiro de 2020.

No entanto, antes do anúncio oficial Gilbert já colaborava como conselheiro do CEO da Revolut, Nik Storonsky.

Fundada em 2015, a Revolut tem ais de oito milhões de clientes em todo o undo e abriu mais de um milhão de novas contas só em outubro de 2019. Este ano, a fintech entrou nos mercados de Singapura e Austrália, e está prestes a lançar-se nos Estados Unidos.

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