Wall Street celebra Dia de Ação de Graças com recordes à mesa

Amanhã as bolsas americanas não abrem por causa do Dia de Ação de Graças. Investidores vão para o dia de folga com motivos para sorrir à mesa. Wall Street fechou em novo recorde esta quarta-feira.

Dia de recordes em Wall Street antes do feriado do Dia de Ação de Graças. Foram vários os motivos para os investidores sorrirem na sessão desta quarta-feira. A economia americana apresentou um crescimento sólido no terceiro trimestre, acima do esperado. Por outro lado, há maior otimismo em relação às negociações comerciais entre Washington e Pequim.

Foi neste cenário que o S&P 500, índice de referência mundial, somou 0,42% para 3.153,52 pontos, fechando em novo máximo histórico pelo terceiro dia. Também o industrial Dow Jones e o tecnológico Nasdaq fecharam com recordes registando ganhos de 0,16% e 0,66% antes “tirarem” o dia de folga esta quinta-feira.

Por causa do Thanksgiving Day, as bolsas americanas vão estar encerradas amanhã e mesmo a sessão de sexta-feira terminará umas horas mais cedo.

Ainda assim, os investidores vão para o feriado com motivos para sorrir. O Departamento do Comércio norte-americano revelou que o crescimento da economia norte-americana foi mais sólido do que o previsto no terceiro trimestre, avançando a um ritmo anual de 2,1%, acima do esperado pelos analistas.

Na frente comercial, as notícias também são mais favoráveis. Donald Trump disse que ambos os lados estão a ultimar os detalhes do acordo que colocará um ponto final na guerra comercial ente EUA e China, isto apesar de ter sublinhado o apoio da Casa Branca aos manifestantes em Hong Kong, algo que não é bem visto pelas autoridades chinesas.

As bolsas dos EUA têm estado a conquistar máximos históricos este mês perante a proximidade de uma resolução do conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo, uma temporada de resultados que saiu acima do esperado e ainda pela possibilidade de a Reserva Federal americana cortar os juros pela terceira vez este ano.

Em termos empresariais, destaque para as ações da Tesla: a fabricante de carros elétricos avançou 0,72% para 331,29 dólares, depois de o CEO Elon Musk ter anunciado num tweet que recebeu 250 mil encomendas para a nova carrinha pick up que foi lançada há cinco dias.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Wall Street celebra Dia de Ação de Graças com recordes à mesa

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião