Corte de 15% nas pensões cai para controladores aéreos

  • ECO
  • 6 Janeiro 2020

O diploma que elimina o fator de sustentabilidade vai retirar aos controladores de tráfego aéreo o corte de 15% nas pensões quando estes se reformem aos 58 anos.

A eliminação do fator de sustentabilidade traz boas notícias para várias profissionais, especialmente para os controladores de tráfego aéreo. Isto porque estes profissionais vão deixar de estar sujeitos ao corte de 15% nas pensões quando se reformarem aos 58 anos, avança o Jornal de Negócios (acesso pago).

O diploma do Governo que elimina o fator de sustentabilidade, que ainda está a ser negociado, aplica-se a várias profissões de desgaste rápido e, em alguns casos, com grande capacidade reivindicativa, como bailarinos, trabalhadores dos portos e pescadores. E ainda os controladores de tráfego aéreo, mas também os pilotos, embora o impacto dependa das regras de cada regime.

No caso dos controladores de tráfego aéreo, a reforma aos 58 anos é uma obrigação. “Por exemplo, em 2019 foram aplicados cortes de 14,5% nas pensões dos controladores de tráfego aéreo que se reformaram aos 58 anos, apesar de este ser o seu limite de idade” para funções operacionais, adiantou fonte oficial da direção do Sindicato dos Controladores de Tráfego Aéreo (SINCTA) ao Negócios.

“Com este decreto-lei, o fator de sustentabilidade deixa de ser aplicado aos controladores de tráfego aéreo”, cerca de 330 pessoas, “o que faz todo o sentido pois aos 58 anos termina a possibilidade de exercerem funções operacionais”.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Corte de 15% nas pensões cai para controladores aéreos

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião