Santander e MIT têm 2.500 bolsas de estudo em 14 países, incluindo Portugal

O banco Santander e o MIT Professional Education querem ajudar os jovens profissionais a reforçar competências no digital. As candidaturas estão abertas até 15 de março.

O banco Santander e o instituto MIT Professional Education têm disponíveis 2.500 bolsas de estudo para integrar cursos em transformação digital. As bolsas Santander for MIT Leading Digital Transformation foram pensadas para estudantes que se encontrem nos últimos dois anos de curso ou que estejam a frequentar um mestrado ou uma pós-graduação, e a profissionais que tenham terminado o curso nos últimos cinco anos. As inscrições estão abertas até 15 de março e podem ser submetidas no site oficial.

Numa primeira fase, os 2.500 selecionados vão receber formação sobre liderança e inovação, transformação digital, cibersegurança e inteligência artificial. O curso é dado em inglês e espanhol e dura cinco semanas, em aulas online e presenciais.

No segundo módulo só entram os 300 melhores, para uma formação de oito semanas sobre blockchain, cloud & DevOps e machine learning. Deste grupo, 30 jovens poderão participar num processo de seleção para realizar estágios profissionais e serem contratados pelo Santander.

“Relatórios da Comissão Europeia alertam para o gap digital entre as competências dos estudantes e o que o mercado laboral procura. No banco Santander queremos ajudar os universitários a melhorar a sua formação digital e a ter melhores condições para aproveitar as oportunidades de emprego”, salienta Javier López, diretor de impacto social do Santander Universidades. Segundo a OCDE, 35% dos empregados nos países membros da própria organização têm um posto de trabalho que não corresponde às suas qualificações.

“A falta de perfis tecnológicos na União Europeia e IberoAmérica está a impedir que sejam preenchidas milhares de vagas de emprego com formação digital. É nossa missão expandir o conhecimento e a experiência MIT para capacitar os profissionais a liderar os avanços que trará consigo a quarta revolução industrial”, sublinha Bhaskar Pant, diretor executivo do MIT Professional Education.

As candidaturas para as bolsas estão disponíveis para jovens profissionais da Alemanha, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, EUA, Espanha, México, Peru, Polónia, Porto Rico, Reino Unido, Uruguai e Portugal.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Santander e MIT têm 2.500 bolsas de estudo em 14 países, incluindo Portugal

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião