Governo cria 3.000 bolsas para estudar programação

  • Pessoas
  • 5 Março 2020

O "Skills Up" é um dos pontos do plano de ação para a transição digital, que será aprovado esta quinta-feira, no Parlamento. Governo garante empregabilidade e salários acima da média do mercado.

O Governo vai aprovar, esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, o plano de ação para a transição digital. Um dos objetivos é dar resposta à transição digital das competências e reforçar a formação em áreas tecnológicas, para garantir que muitos profissionais não perdem os seus empregos. Nesse sentido, o Governo espera já no primeiro ano formar 3.000 pessoas em programação no espaço de um ano, garantindo a passagem num politécnico, uma bolsa do IEFP e garantia de emprego à saída, confirmou o ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, em entrevista ao Público.

As bolsas para estudar programação fazem parte do programa Skills Up, lançado esta semana, e que pretende “assegurar formação nos politécnicos, formações rápidas para pessoas que ou estão no desemprego ou que estão em áreas em que há um desajuste entre a formação de base e aquilo que são as necessidades das empresas. Vão passar por formação em programação e têm à saída a garantia de um emprego em empresas que precisam dessas qualificações”, explicou o ministro na mesma entrevista.

Este programa pretende “revolucionar a forma como lidamos com este desafio e conseguir uma plataforma que é escalável a prazo, respondendo a um desafio que pode ser bem maior do que os 3.000 profissionais“, sublinha o secretário de Estado para a Transição Digital, André de Aragão Azevedo, no vídeo de lançamento do programa.

O Skills Upenvolve as empresas desde o primeiro momento, garantindo que as ofertas formativas estão alinhadas com as suas necessidades, garantindo também que há um planeamento das necessidades de recrutamento antecipado, permitindo um pipeline de formação devidamente estruturado”, explica o secretário de Estado no vídeo de lançamento do programa. “É também inovador porque garantirmos empregabilidade, às pessoas que forem sem sucedidas nesta formação e um salário de 1200 euros acima da média de mercado“, acrescenta André de Aragão Azevedo.

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