Teletrabalho? Estas ferramentas vão ajudá-lo a trabalhar a partir de casa

O trabalho a partir de casa traz desafios, sobretudo ao nível da comunicação e da gestão de equipas. Estas ferramentas tech podem ajudá-lo a adaptar-se mais facilmente ao teletrabalho.

O trabalho a partir de casa pode ser um desafio, sobretudo em aspetos como a gestão de equipas e a comunicação. Para facilitar a vida da sua equipa e a sua, e fazer com que o tempo de trabalho em casa seja bem aproveitado, estas ferramentas podem dar uma ajuda.

Slack

É já é uma ferramenta clássica de trabalho e partilha de informação entre equipas que impede que as decisões tomadas se percam. Ajuda na comunicação entre equipas remotas, que é naturalmente assíncrona, e isso significa que mantém gravadas todas as mensagens nos respetivos canais mas elimina o efeito frustrante de ter sempre mensagens por ler no desktop. Possibilita criar canais diferentes para temas e grupos de trabalho distintos, e ainda permite que cada um dos elementos fique informado e ainda consiga contribuir para a decisão. A app tem ainda features “sociais” como emojis e giphy, uma maneira de as equipas remotas comunicarem mais naturalmente. E com mais graça. Pode testar a aplicação aqui.

Teams

A ferramenta da Microsoft para comunicar entre equipas foi disponibilizada gratuitamente, na sequência da pandemia de coronavírus. Num artigo no LinkedIn assinado pela country manager para Portugal, Paula Panarra, a responsável explica que a multinacional tem como “prioridade máxima a saúde e a segurança dos trabalhadores, clientes, parceiros, e comunidades”. “Temos a capacidade de os nossos trabalhadores trabalharem remotamente – é algo que as pessoas podem escolher sob circunstâncias normais e que continua a ser uma opção atualmente”. A empresa decidiu abrir o acesso ao Teams “a tantas pessoas quanto possível” para, dessa forma, “apoiar a saúde e segurança pública, mantendo as pessoas juntas enquanto trabalham separadas”.

Pode aceder ao Teams aqui. A ferramenta já está disponível para empresas que tenham licenciado o Office 365 mas há outras formas de aceder à tecnologia.

Trello

A ferramenta serve para criar, atribuir, concluir e comunicar tarefas entre equipas, sem a necessidade de estarem no mesmo espaço físico. O Trello lançou, a propósito da pandemia de coronavírus, um guia de trabalho remoto que pode ser descarregado gratuitamente aqui. O registo é gratuito, aqui.

Zoom

A solução de vídeo permite fazer reuniões de equipas, funcionando com todo o tipo de conexões de internet, especialmente quando se trata de reunir centenas de participantes em reuniões. A feature “gallery view” é um plus em reuniões remotas com muitos participantes. Ao mesmo tempo, permite também usar a ferramenta de chat, e partilhar reações e comentários enquanto a informação está a ser apresentada. O mais divertido? Permite customizar o cenário de fundo. Pode aderir aqui.

MessageBird

É uma espécie de Slack das comunicações externas, que permite manter um serviços de chat em tempo real entre clientes e a função de apoio ao negócio, permitindo reduzir os tempos de espera de respostas. O seu novo produto, Inbox.ai, foi testado e está de momento a ser utilizado pelo HelloFresh e Deliveroo na Europa, Zilingo na Ásia e Join Buggy e Tix Telecom na América latina. O Inbox.ai leva 60 segundos a ser configurado e permite aos clientes comunicarem com as empresas em tempo real, partilhando tudo, desde imagens e vídeos até geolocalização via WhatsApp, SMS, Voz, Messenger, Instagram, WeChat, Apple Business Chat, RCS, Line e Telegram. Pode experimentar gratuitamente aqui.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Teletrabalho? Estas ferramentas vão ajudá-lo a trabalhar a partir de casa

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião