Selina prossegue expansão em Portugal. Abre 6.º espaço em Peniche

Hotel-comunidade continua a expandir em Portugal. A 1 de julho chega a Peniche, com 108 camas e 12 lugares de "cowork" para nómadas digitais.

O grupo Selina vai abrir, em Peniche, o seu sexto espaço em território nacional. O hotel-comunidade chega à costa Oeste de Portugal como surf hub, num investimento de cerca de 300 mil euros.

O novo espaço tem data prevista de abertura para 1 de julho e fica situado na Avenida do Mar 100. De acordo com o grupo Selina, em comunicado, “o hotel aposta em trazer novos mercados de surf para esta localidade”.

Com 108 camas, entre quartos privados standard e deluxe, e dormitórios com até oito camas, o Selina Peniche conta ainda com um restaurante/bar, uma piscina, uma sala multiúsos para reuniões e conferências, uma sala de yoga e um underground club. O espaço conta ainda com uma sala de cowork com lotação de 12 pessoas, uma característica comum a todos os estabelecimentos do grupo Selina.

Para promover o hotel, o Selina está a fazer 30% de desconto para reservas de julho até setembro, com oferta de pequeno-almoço e cowork incluído. Fundado em 2015, o Selina opera atualmente em mais de 50 cidades em 15 países da América central e do Sul (Argentina, Bolívia, Panamá, Costa Rica, México, Colômbia, Equador, Guatemala, Nicarágua, Peru, Brasil) e da Europa (Portugal, Grécia e Reino Unido).

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Selina prossegue expansão em Portugal. Abre 6.º espaço em Peniche

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião