Indico vai investir 12 milhões nas startups do acelerador com a Google

Focado em empresas em fase pré-seed, o Indico Accelerator Power by Google for Startups foi lançado em abril deste ano. Capital de risco português anuncia novo fundo para investir nas aceleradas.

A Indico Capital Partners lança esta terça-feira um novo fundo de investimento, no valor de 12 milhões de euros, para investir nas startups aceleradas no Indico Accelerator Powered by Google for Startups, uma parceria entre o fundo de capital de risco nacional e a Google, através do seu braço dedicado às startups.

Na primeira edição, o acelerador recebeu mais de 130 candidaturas e escolheu seis startups que integram o programa, metade delas fundadas por mulheres.

O novo fundo vem juntar-se ao de estreia da Indico, lançado em janeiro de 2019, no valor de 54 milhões de euros. Um ano e meio depois da sua criação, maior fundo privado de capital de risco nacional conta com 10 participadas que, durante esse tempo, angariaram 230 milhões, avançou o ECO.

“A quantidade de candidaturas revelou que havia falta de capital dedicado a esta fase inicial de desenvolvimento de startups e temos seis empresas com muito potencial porque representam áreas em franco crescimento à escala mundial”, assinala Stephan Morais, managing general partner da Indico, citado em comunicado.

As empresas escolhidas para integrar o programa de aceleração foram selecionadas de acordo com critérios de diferenciação, potencial de mercado e qualidade da equipa. A APiS, a InnovationCast, a Modatta, a Onalytics, a Playbox e a Skoach foram as escolhidas para o programa que começou em junho e tem data prevista de conclusão no mesmo mês de 2021. No arranque do programa com a Indico e a Google, as startups receberão um investimento de 100 mil euros, oriundos deste novo fundo agora anunciado, para ajudar no desenvolvimento dos projetos.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Indico vai investir 12 milhões nas startups do acelerador com a Google

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião