5 coisas que vão marcar o dia

Esta sexta-feira é dia de Estado da Nação, o debate que marca o fim da legislatura. Hoje também: a CP está em greve, sindicatos reúnem-se com o Governo e a Pharol apresenta contas.

Esta sexta-feira ficará marcada pelo debate do Estado da Nação, que durará quase quatro horas, bem como pela reunião do Governo com os sindicatos da Função Pública. Nota ainda para a greve na CP, os resultados da Pharol e para a evolução das cotações do ouro: com o metal precioso a valorizar há cinco sessões consecutivas, especula-se sobre se irá ultrapassar o máximo histórico alcançado em 2011.

Estado da Nação: Costa debate com partidos

Esta sexta-feira realiza-se às 9h30 o mais importante debate parlamentar do ano: o Estado da Nação. Estava marcado para quarta-feira, mas o prolongamento do Conselho Europeu ameaçava a presença de António Costa pelo que foi adiado. Neste confronto entre o Governo e os partidos com assento parlamentar é expectável que sejam debatidos muitos temas — inevitavelmente a pandemia — durante quase quatro horas.

Sindicatos da Função Pública reúnem-se com o Governo sobre teletrabalho

Após ter incluído esta intenção no PEES de colocar mais funcionários públicos em trabalho remoto, o Governo reúne-se pela terceira vez com os sindicatos da Função Pública sobre o teletrabalho. Ainda não há uma proposta concreta em cima da mesa, mas o Executivo prevê gastar 4,4 milhões de euros para atingir o objetivo de ter 25% dos funcionários públicos em teletrabalho.

Ouro em máximos históricos?

O ouro subiu nas últimas cinco sessões, de forma consecutiva, e está à espreita do máximo histórico atingido a 5 de setembro de 2011, em plena crise financeira mundial, altura em que chegou aos 1.921 dólares por onça. A desvalorização do dólar, as taxas de juro em mínimos históricos e a incerteza da recuperação da economia mundial estão a beneficiar o metal precioso. A dúvida é se será nesta sessão de sexta-feira, a última da semana, que o ouro irá quebrar esse recorde, agora em plena crise pandémica.

Pharol divulga resultados do 1.º semestre

Após o fecho da sessão do PSI-20, em Lisboa, a Pharol vai apresentar os resultados do primeiro semestre. Em 2019, a empresa conseguiu fechar o ano com lucros de 20,7 milhões de euros, sobretudo por causa do acordo feito com a Oi. Recorde-se que no início deste ano, a antiga PT SGPS foi multada em um milhão de euros pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) por omissão de informação sobre investimentos em dívida do Grupo Espírito Santo. Por outro lado, o conselho de administração foi reduzido e foram despedidos trabalhadores.

Greve de trabalhadores das bilheteiras e revisores da CP

Os trabalhadores da CP vão fazer greve e, por isso, a empresa de transportes antecipou que haverá “perturbação significativas” na circulação dos comboios esta sexta-feira, cujo impacto pode prolongar-se para sábado. Foram decretados serviços mínimos e será garantido reembolso do valor total dos bilhetes ou a revalidação sem custos aos clientes que já tinham marcado lugar para viajar em comboios dos serviços Alfa Pendular, Intercidades, Interregional e Regional.

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