MOBI.E abre concurso para dez centros de carregamento elétrico com investimento de 1,75 milhões

  • Lusa
  • 9 Outubro 2020

Cada um dos centros vai ter nove postos: um de carregamento ultrarrápido, três de carregamento rápido e cinco de carregamento normal, permitindo o carregamento simultâneo de 18 veículos.

A MOBI.E anunciou esta sexta-feira o lançamento de um concurso para escolher até quatro empresas para instalação de dez centros de carregamento de veículos elétricos, num investimento de 1,75 milhões de euros, financiado pelo Fundo Ambiental.

Em comunicado, a gestora da rede de mobilidade elétrica esclarece que a iniciativa “visa reforçar a infraestrutura de carregamento de acesso público em 90 postos de carregamento”, através de um projeto-piloto integrado no Programa de Estabilização Económica e Social (PEES) do Governo e que conta com o financiamento de 1,75 milhões de euros do Fundo Ambiental.

Cada um dos centros, a que a MOBI.E chama de hub, vai ser constituído por nove postos: um de carregamento ultrarrápido (150 quilowatt (kW)), três de carregamento rápido (50 kW) e cinco de carregamento normal (22 kW), permitindo o carregamento simultâneo de 18 veículos. O projeto conta também com a parceria de vários municípios do país, que terão a função de selecionar, disponibilizar e licenciar o espaço de instalação dos hubs.

Por sua vez, à MOBI.E caberá a instalação dos equipamentos de carregamento e respetivas ligações à rede elétrica. “Durante o processo de instalação, será lançado um procedimento de contratação pública para a concessão da operação dos hubs, de forma a garantir que o início do seu funcionamento ocorra até ao final do primeiro semestre de 2021”, adiantou o presidente da MOBI.E, Luís Barroso, citado no comunicado.

A apresentação de propostas a concurso pode ser feita até 6 de novembro, através da plataforma eletrónica ACinGOV. As empresas selecionadas serão, posteriormente, convidadas a apresentar as suas propostas.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

MOBI.E abre concurso para dez centros de carregamento elétrico com investimento de 1,75 milhões

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião