Hoje nas notícias: Siza, ADSE e ASM Industries

  • ECO
  • 5 Agosto 2021

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Esta quinta-feira o destaque vai para o ministro da Economia que realça que o Estado tem de ter “uma perspetiva mais crítica” antes de decidir ajudar uma empresa. Devido à pandemia, a despesa da ADSE caiu 13% para valor mais baixo desde 2016. No norte, os autarcas exigem ser ouvidos sobre gestão de fundos. No tecido empresarial, a sul-coreana CS Wind comprou 60% da ASM Industries, fabricante de torres eólicas de Aveiro, por 46,5 milhões de euros. E por fim, estudo da Universidade de Massachussets concluiu que certificado não substitui uso de máscara.

Estado tem de “ser mais criterioso” antes de meter dinheiro nas empresas

A Dielmar entrou em insolvência e o ministro da Economia diz que muita coisa foi mal feita ao lidar com uma empresa que já mostrou não ter viabilidade. Pedro Siza Viera assume que o Estado tem de ter “uma perspetiva mais crítica” antes de decidir ajudar uma empresa. “Acho que faz todo o sentido nesta altura desenharmos com outro tipo de rigor e com outro tipo de experiência acumulada os instrumentos de capitalização que o Estado tem”, destaca o ministro da Economia. Na ótica de Siza Viera, a TAP é “estratégica”.

Leia a notícia completa no Observador (acesso condicionado)

Despesa da ADSE caiu 13% para valor mais baixo desde 2016 por causa da pandemia

Com menos consultas (e outros atos médicos) a realizarem-se por causa das restrições e receios devido à pandemia, a despesa da ADSE caiu 13% em 2020 e atingiu o valor mais baixo desde 2016. No regime convencionado, em que existem acordos com os prestadores privados, os gastos caíram mais de 20%. Porém, o número de beneficiários aumentou no ano passado, após as quedas registadas entre 2017 e 2019, o que é explicado pela adesão dos ex-precários do Estado. Assim, a receita da ADSE com descontos dos beneficiários (3,5% da sua remuneração base) aumentaram 2,6%. Esta dinâmica da despesa e da receita em ano de pandemia acabou por ter um contributo positivo na sustentabilidade do sistema.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Autarcas do Norte exigem ser ouvidos sobre gestão de fundos

Os autarcas do Norte querem maior autonomia face a Lisboa e exigem ser ouvidos sobre a gestão de fundos europeus, pressionando António Costa para que sejam os próprios a decidir o destino do dinheiro. O Norte pretende receber 50% do Portugal 2030, o próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP), para reindustrializar a região. No Portugal 2020, que ainda está a ser executado, foram atribuídos cerca de 40% dos fundos ao Norte. Os autarcas querem o dinheiro para apostar na melhoria das infraestruturas, no ensino e na promoção da energia verde.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (link indisponível)

Coreana compra fabricante de torres eólicas de Aveiro

A sul-coreana CS Wind, maior fabricante mundial de torres eólicas, comprou uma participação de 60% na portuguesa ASM Industries por 46,5 milhões de euros. A operação, concluída a 26 de julho, promete dar maior músculo financeiro à produtora aveirense. A produtora nacional de torres eólicas atraiu também interessados europeus e americanos, mas fechou o negócio com o conglomerado de origem asiática. Costa Matos, CEO da ASM Industries, diz que a CS Wind – cotada em bolsa, fatura mil milhões de dólares e tem uma capitalização de mercado de três mil milhões – apresentou “a melhor proposta, não só em termos financeiros, como a que se encaixava melhor com os objetivos de longo prazo” da ASM.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

 

Certificado não substitui o uso de máscara

Os EUA voltaram a impor o uso obrigatório de máscara. Um estudo da Universidade de Massachussets concluiu que a carga viral de uma pessoa vacinada, que acabou por contrair a doença, é idêntica à carga viral de uma não vacinada. A conclusão deste estudo é que uma pessoa vacinada, mesmo que não fique doente, também pode transportar o vírus e transmite-lo. “Aquilo que um certificado pode comprovar é que a pessoa vacinada está protegida e que, provavelmente, não irá desenvolver doença grave, mas no que toca ao conceito de transmissão penso que se deve repensar as estratégias de luta contra a infeção”, diz o imunologista Manuel Santos Rosa. Já o bastonário dos médicos, Miguel Guimarães, realça que “é preciso que as pessoas percebam que o certificado de vacinação dá-nos algumas garantias, de que a pessoa está mais protegida contra a doença grave, mas não substitui o uso de máscara. Esta é das medidas que mais no protege”.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

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