PHC Software regressa ao teletrabalho até 14 de janeiro

Face à evolução da pandemia, a tecnológica portuguesa decidiu colocar em pausa o modelo híbrido de trabalho, a funcionar desde setembro.

A PHC Software regressou ao modelo de teletrabalho, pelo menos, até 14 de janeiro do próximo ano. A decisão tem como objetivo preservar a segurança dos colaboradores, tendo em conta o evoluir da pandemia, e vai mais longe do que a recomendação de teletrabalho feita pelo Governo.

“Temos de dar o exemplo de cidadania para travar o aumento de contágios e proteger as pessoas de uma forma responsável. É verdade que existem setores, como alguma indústria e a construção, que não podem adotar esta medida, mas quem pode deve ter a responsabilidade de o fazer. Hoje, temos todas as condições tecnológicas para que a maioria das empresas se mantenham funcionais em teletrabalho”, esclarece Ricardo Parreira, CEO da PHC Software, citado em comunicado.

A tecnológica portuguesa tinha regressado ao modelo híbrido de trabalho em setembro. Neste modelo estavam previstos dois dias obrigatórios trabalho no escritório, ajustados a cada equipa, com o intuito de potenciar as relações interpessoais, de disponibilizar meios e ferramentas para as funções que não são compatíveis com o trabalho remoto e de fortalecer a cultura organizacional. Além disso, todos os colaboradores da PHC Software tinham a possibilidade de trabalhar dois períodos em full-remote em qualquer localização geográfica.

Mas a PHC não é a única companhia a rever o seu modelo de trabalho implementado. A NOS e a Vodafone também decidiram colocar em pausa o atual modelo híbrido de trabalho durante o mês de dezembro. Na Nos, a ordem é ir para casa, deixando de vigorar o modelo de três dias fixos nos escritórios, a funcionar desde outubro, e passando a ser introduzida a possibilidade de trabalho em remoto total para os colaboradores que o queiram adotar, com flexibilidade para os colaboradores se deslocarem ou trabalharem nos edifícios, sempre que pretendam ou tenham necessidade.

O mesmo acontece na Vodafone, que decidiu acionar uma medida excecional ao seu modelo de trabalho híbrido, passando a ser possível aos colaboradores solicitarem o regime de exceção aos dois dias por semana de trabalho presencial, durante o mês de dezembro.

Também a EDP decidiu adotar, a partir de 1 de dezembro e até ao final do ano, um regime de “trabalho presencial voluntário” para as funções que possam ser exercidas à distância. A medida da elétrica — que abrange cerca de 70% dos colaboradores em Portugal — altera o regime que funcionava na empresa desde 11 de outubro, que conjugava de forma rotativa trabalho presencial com trabalho à distância, permitindo aos colaboradores, com funções compatíveis, realizarem até dois dias por semana em trabalho remoto.

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