Hoje nas notícias: Novo Banco, KLM e acórdão histórico

  • ECO
  • 19 Janeiro 2022

Um ex-gestor do Novo Banco foi apanhado por escutas a dizer que um pedido ao Fundo de Resolução era legal, mas não era ético. Em causa estava a venda da operação do banco em Espanha.

Esta quarta-feira os jornais dão destaque a uma investigação sobre um ex-gestor do Novo Banco que foi apanhado em escutas da investigação às relações de Luís Filipe Vieira com o setor bancário. No setor da aviação, a KLM decide avançar sozinha para a taxa de sustentabilidade. E no mundo do trabalho foi proferido um acórdão histórico que obriga empresário a pagar subsídios a trabalhador precário.

Ex-gestor do Novo Banco contra tentativa de “saque” ao Fundo de Resolução

Vítor Fernandes, ex-gestor do Novo Banco, foi apanhado nas escutas da investigação às relações de Luís Filipe Vieira com o setor bancário a dizer a um colega que era contra o “saque ao fundo”. Em causa está o dinheiro que o Novo Banco viria pedir ao Fundo de Resolução ao abrigo do mecanismo de capital contingente previsto na venda do banco ao Lone Star. Neste caso em concreto estava em cima da mesa um pedido de 147,5 milhões de euros relativo à venda da operação do Novo Banco em Espanha. Vítor Fernandes é apanhado em julho de 2021 nas escutas a dizer a Rui Fontes, atual gestor do Novo Banco, que o pedido é legal, mas não é ético.

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Air France-KLM avança sozinha para taxa de sustentabilidade

O grupo Air France-KLM começou a cobrar uma taxa obrigatória para suportar os custos do combustível sustentável. A estratégia pode provocar um aumento do preço dos bilhetes. A taxa é cobrada desde o dia 10 deste mês e é aplicada a todos os passageiros. O valor pode variar de acordo com a distância da viagem e com a classe. Por exemplo, na classe económica o aumento pode variar entre um e quatro euros e em executiva entre 1,5 e 12 euros, “sendo diretamente visível nos detalhes da tarifa”.

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Acórdão histórico obriga empresário a pagar subsídios a trabalhador precário

O Tribunal da Relação de Évora (TRE) condenou recentemente uma empresa de trabalho temporário e os seus gestores, todos romenos, a pagar mais de 16 mil euros a um trabalhador agrícola, da mesma nacionalidade, por reconhecer que este, “apesar de não ter contrato de trabalho escrito, prestava a sua atividade de forma subordinada aos réus”. A sentença pode influenciar outros processos pendentes.

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Ajustes diretos atingem mínimo dos últimos anos em 2021

Apenas 17,5% dos contratos públicos foram realizados com recurso ao ajuste direto, a percentagem mais baixa pelo menos desde 2017, de acordo com a compilação de dados feita pelo Correio da Manhã com base nos dados reportados no Portal Base. No total, os contratos públicos ascenderam a 11,7 mil milhões de euros no ano passado, com 57,2% desse valor a ter ido por concurso público, a maior percentagem dos últimos quatro anos também. O valor dos contratos públicos aumentou 780 milhões de euros face a 2020, sendo a maioria foi para serviços, seguindo-se obras públicas e depois a aquisição de bens.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

Só a Força Aérea aumentou candidatos e recrutamentos nas Forças Armadas

A Força Aérea Portuguesa (FAP) recebeu no ano passado mais de 2.500 candidaturas para o ramo militar em regime de contrato (RC), um aumento de 37%. A FAP destacou-se do Exército e da Marinha, que em 2021 foram menos procurados pelos jovens do que no ano anterior – 6564 e 1400, respetivamente. O total de incorporações nas Forças Armadas teve uma pequena subida (3%). Na FAP entraram cerca de 600 recrutas (mais 3% que em 2020) em RC, no Exército menos 33 (-1,3%) e na Marinha menos 41 (-18%).

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

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