“O nosso objetivo não é ter um país de salários mínimos”, assegura Mendonça Mendespremium

O candidato do PS está confiante de que o acordo de rendimento a negociar na concertação social poderá ser "mais ambicioso" no pós-pandemia do que antes da Covid-19.

O candidato pelo PS a deputado pelo círculo eleitoral de Setúbal defende a estratégia económica dos socialistas, garantindo que o histórico do Governo e a injeção de fundos europeus permitirá crescer acima da média europeia nos próximos quatro anos. " Se não aproveitarmos agora para termos crescimentos acima de 3%, quando é que vamos conseguir ter a possibilidade de o fazer?", questiona António Mendonça Mendes, em entrevista ao ECO. Em relação ao salário mínimo, o dirigente do PS assume que essa é uma prioridade e que há o risco de aumentar a percentagem de trabalhadores que auferem esse valor, mas argumenta que o acordo de rendimento em sede de concertação social vai ser ainda "mais ambicioso" do que o que estava a ser negociado antes da pandemia, permitindo ter um "país de salários

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