Vendas a retalho sobem em fevereiro na Zona Euro e na UE. Portugal tem 3.ª maior subida

  • Joana Abrantes Gomes
  • 7 Abril 2022

No mês de fevereiro, as vendas a retalho em Portugal aumentaram 2,3% face a janeiro de 2022 e 15,9% em relação a fevereiro de 2021.

Em fevereiro, as vendas a retalho aumentaram 0,3% tanto na Zona Euro como na União Europeia (UE) face a janeiro de 2022, enquanto na variação homóloga a subida foi de 5% na Zona Euro e de 5,4% na UE. Portugal registou a terceira maior subida, quer na variação em cadeia (2,3%), quer na variação homóloga (15,9%), divulgou esta quinta-feira o Eurostat.

Evolução do volume de vendas a retalho na Zona Euro e na União Europeia. Fonte: Eurostat

O setor dos combustíveis automóveis, que tem assistido a uma escalada de preços, foi o que registou o maior aumento no volume do comércio a retalho em fevereiro. Face ao mês anterior, as vendas neste setor subiram 3,2% na Zona Euro e 3,9% na UE.

Ainda em relação a janeiro, as vendas a retalho aumentaram também para os produtos não alimentares — 0,8% na Zona Euro e 0,4% no conjunto dos 27 Estados-membros do bloco comunitário –, tendo diminuído apenas para os alimentos, bebidas e tabaco: -0,5% na Zona Euro e -0,4% na UE.

Por Estado-membro, as subidas mais evidentes na variação em cadeia registaram-se na Eslovénia (8%), seguindo-se os Países Baixos (4%) e Portugal (2,3%), enquanto as maiores descidas se verificaram na Bélgica (-1,8%), Estónia (-1,7%) e Polónia (-1,6%).

Na Zona Euro, em termos de comparação homóloga, o volume do comércio a retalho aumentou 12% para os combustíveis automóveis e 9,3% para os produtos não alimentares, ao mesmo tempo que diminuiu 2% para os alimentos, bebidas e tabaco. Já na UE, o volume do comércio a retalho aumentou 12,7% para os combustíveis para automóveis e 9,6% para os produtos não alimentares, tendo recuado 1,5% para os alimentos, bebidas e tabaco.

Comparando com o período homólogo, os maiores avanços nas vendas a retalho verificaram-se na Eslovénia (21,7%), na Eslováquia (16,5%) e em Portugal (15,9%). Pelo contrário, os principais recuos foram observados na Áustria (-5,9%), na Bélgica (-5,1%), no Chipre e na Finlândia (-2% cada).

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