Hoje nas notícias: professores, IGF e construção

  • ECO
  • 20 Maio 2022

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Esta sexta-feira os jornais dão destaque ao ministro da Educação, João Costa, que assegura que não haverá alunos sem aulas, ainda que tenham de ser feitas mudanças na lista nacional de ordenação de professores. Destaque ainda para auditoria da IGF onde é revelado que os funcionários do Fisco poderão estar a aceder injustificadamente a dados dos contribuintes, e para o projeto de Sines, onde Portugal se encontra em negociações com a Alemanha e a Polónia.

Professores que não estão a dar aulas vão ter de voltar às escolas

O ministro da Educação garante que não hesitará em fazer alterações na lista nacional de ordenação de professores se isso assegurar que não haverá alunos sem aulas. Em entrevista ao Expresso, João Costa admitiu ainda a necessidade de “reduzir enormemente” a lista de dois mil professores cedidos anualmente a diversas instituições visto que “precisamos deles nas escolas”, justifica. Já são à volta de sete mil os alunos sem professor a pelo menos uma disciplina, mas o Ministério promete agora abrir vagas nas escolas, aumentar a estabilidade do setor, e evitar que os docentes andem com a “casa às costas”.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago)

Portugal negoceia projeto de Sines com Alemanha e Polónia

Portugal está em negociações com o Governo alemão e polaco para fazer do porto de Sines a porta de entrada de gás para os países europeus mais dependentes do gás russo. As conversas surgem num período onde a Europa procura acabar com a dependência energética da Rússia, o que faria de Sines a porta de entrada para o gás proveniente dos Estados Unidos, sendo o mesmo depois transferido para navios mais pequenos para outros países. Fonte oficial confirmou que “o estudo técnico está completo”, havendo viabilidade para o projeto em Sines, sendo o mesmo financiado através de uma combinação entre fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e o PT2030.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Construtoras portuguesas fazem orçamentos com validade de oito dias

A escalada de preços das matérias-primas e dos equipamentos está a empurrar as construtoras portuguesas para uma redução do prazo de validade do orçamento entregue aos clientes, passando de entre um a seis meses, para entre oito a 15 dias. Os aumentos de custo situam-se entre os 50% e aos 100%, e as empresas de construção ouvidas apontam ainda para falhas de fornecimento e subida dos preços de materiais e mão-de-obra. Apesar disto, as empresas ouvidas mostram-se confiantes em 2022, embora admitam prudência face à atual situação de guerra na Ucrânia.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

IGF alerta para riscos de acesso indevido a dados fiscais

Os funcionários do Fisco poderão estar a aceder injustificadamente a dados fiscais de contribuintes, revela uma auditoria da IGF. De acordo com o documento que integra a Conta Geral do Estado, entregue no Parlamento esta semana, existe uma utilização indevida do mecanismo de fundamentação nos acessos às aplicações informáticas da Autoridade Tributária, o que representa uma quebra do direito ao sigilo fiscal. Não é a primeira que esta infração acontece. No tempo de Pedro Passos Coelho, a polémica “Lista VIP” deu origem a dezenas de processos disciplinares.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago)

PS perde a maioria e CDS volta ao Parlamento

Se as eleições fossem hoje, António Costa teria 34,5% das intenções de voto, ou seja, perdia a maioria absoluta alcançada com os 41,37% nas legislativas de janeiro, revela o barómetro da Intercampus para o Correio da Manhã, CMTV e Jornal de Negócios. No entanto, o CDS expulso do Parlamento tendo em conta os 1,6% dos votos alcançados, regressaria já que conta com 2,9% dos votos. Este desempenho é conseguido em parte por um resultado mais fraco do PSD, já que apenas 18,5% dos inquiridos dizem que votariam no partido de Rui Rio, um valor que o partido nunca teve em legislativas. Só o PCP registou também uma descida nas intenções de voto (0,7 pontos percentuais). Os restantes partidos conseguem todos subir nas intenções de voto.

Leia o artigo completo no Correio da Manha (acesso pago)

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