“Na gestão de pessoas, ainda se reage mais do que age. Não corre da melhor forma”. Ouça o podcast “Trinta e oito vírgula quatro”
Os portugueses trabalham, em média, 38,4 anos. É esse o valor que dá título a este podcast que se debruça em entrevistas quinzenais sobre os temas mais quentes do mundo do trabalho.
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Está num processo de recrutamento, mas ainda não falaram sobre salário? Recebeu uma proposta de emprego de outra empresa, mas não sabe como deve abordar o assunto com o seu empregador atual? Adelaide Martins recomenda transparência e objetividade.
Neste episódio do podcast “Trinta e oito vírgula quatro”, a codiretora da pós-graduação em Gestão de Pessoas da Porto Business School (e ex-diretora de recursos humanos da Ascendi) explica como negociar o salário em todas as etapas da carreira, olhando não só através da lente do empregador, como do trabalhador.
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Adelaide Martins, codiretora da pós-graduação em Gestão de Pessoas da Porto Business School, em entrevista ao podcast do ECO "Trinta e Oito vírgula Quatro" Hugo Amaral/ECO -
Adelaide Martins, codiretora da pós-graduação em Gestão de Pessoas da Porto Business School, em entrevista ao podcast do ECO "Trinta e Oito vírgula Quatro" Hugo Amaral/ECO
Na visão desta responsável, a gestão de pessoas em Portugal ainda é mais reativa do que proativa, o que levanta uma série de problemas, nomeadamente ao nível das sucessões. Aconselha que se inverta este cenário em nome do sucesso das equipas e à boleia das empresas.
O “Trinta e oito vírgula quatro” é um podcast de entrevistas quinzenais sobre as tendências que estão a fazer mexer o mercado de trabalho.
Estamos a viver mais, mas também estamos a trabalhar durante mais tempo. Numa década, a duração média estimada da vida de trabalho dos portugueses cresceu dois anos para 38,4. É esse o valor que dá título a este podcast e torna obrigatória a pergunta: afinal, se empenhamos tanto do nosso tempo a trabalhar, como podemos fazê-lo melhor?
Neste mês de fevereiro, vamos explorar essa questão do ponto da transparência salarial.
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“Na gestão de pessoas, ainda se reage mais do que age. Não corre da melhor forma”. Ouça o podcast “Trinta e oito vírgula quatro”
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