Hoje nas notícias: Novobanco, crédito jovem e Cotrim
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
O Novobanco recorreu ao Supremo Tribunal de Justiça para tentar limitar perdas superiores a 160 milhões de euros num processo contra Luís Filipe Vieira. Entretanto, o banco espanhol Santander está a pressionar o Governo para aumentar o limite da garantia ao crédito jovem, cujo teto inicial está quase esgotado, face à elevada procura. No plano político, João Cotrim de Figueiredo escreveu a Luís Montenegro, apelando para que o PSD retire o apoio a Marques Mendes e declare apoio à sua candidatura, enquanto o Chega se prepara para receber do Estado mais de 5,1 milhões de euros por ano entre 2026 e 2029, fruto dos resultados das legislativas. Vejas as notícias em destaque na imprensa nacional esta quarta-feira.
Novobanco recorre para o Supremo contra Luís Filipe Vieira para limitar perdas
O Novobanco recorreu para o Supremo Tribunal de Justiça com o objetivo de limitar perdas superiores a 160 milhões de euros num diferendo judicial com Luís Filipe Vieira, antigo presidente do Sport Lisboa e Benfica, depois de ter sido derrotado nas instâncias anteriores. O recurso foi apresentado em novembro e visa evitar que o banco se torne acionista de duas empresas — a Promovalor II e a Inland — anteriormente detidas e presididas por Vieira, no âmbito de financiamentos concedidos ainda na era do Banco Espírito Santo e de Ricardo Salgado.
Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)
Santander pressiona Governo para aumentar limite de garantia ao crédito jovem
A garantia do Estado para apoio aos jovens na compra da primeira habitação continua a gerar forte procura. Desde o seu lançamento há um ano, foram concedidos 4,5 mil milhões de euros em crédito. A elevada adesão tem levado vários bancos a solicitar reforços das suas quotas, incluindo a Caixa Geral de Depósitos, o BPI, o Banco Montepio, o Banco CTT, o Crédito Agrícola e, agora, o Santander. No caso deste último, a quota inicial de 259,3 milhões de euros já foi utilizada em cerca de 60%, com empréstimos contratados que totalizam 1,1 mil milhões de euros. Face a estes pedidos adicionais, o Governo deverá aumentar o limite global da medida, criado inicialmente com um teto de mil milhões de euros, que está próximo de ser esgotado.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (link não disponível)
Cotrim escreve a Montenegro a pedir apoio do PSD
João Cotrim de Figueiredo voltou a escrever a Luís Montenegro, desta vez na qualidade de presidente do PSD, solicitando que o partido retire o apoio a Marques Mendes e declare apoio à sua candidatura, com o objetivo de evitar a eleição de António José Seguro, pelo PS, ou de André Ventura, pelo Chega. A iniciativa surge horas após a divulgação de uma sondagem da RTP que coloca Cotrim em terceiro lugar, com 19% das intenções de voto, à frente de Marques Mendes, que soma 14%. No comunicado, Cotrim apela ao voto do PSD na sua candidatura, argumentando ser a única capaz de impedir uma vitória dos candidatos adversários, e cita palavras do próprio Montenegro sobre a necessidade de não dispersar votos, reforçando o seu apelo à unidade em torno da sua proposta.
Leia a notícia completa no Observador (acesso pago)
Resultados das legislativas enchem cofres do Chega
O Chega vai receber do Estado mais de 5,1 milhões de euros por ano entre 2026 e 2029, em resultado dos mais de 1,43 milhões de votos obtidos nas eleições legislativas de 2025, registando um aumento de 366% face ao financiamento anual recebido após as legislativas de 2022. De acordo com a proposta de Orçamento da Assembleia da República para 2026, o apoio público total aos partidos políticos ultrapassará os 21,3 milhões de euros por ano, perfazendo 85,2 milhões de euros ao longo da legislatura. A coligação da AD será a maior beneficiária, com mais de sete milhões de euros anuais, enquanto o PS, apesar da quebra eleitoral, receberá cerca de 5,1 milhões de euros por ano, valor próximo do atribuído ao Chega, ficando como o segundo partido mais financiado pelo Estado no próximo ciclo de quatro anos.
Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)
Falta de mão-de-obra faz aumentar mensalidades nos lares privados
Os aumentos das mensalidades nos lares privados para idosos estão a colocar muitas famílias em grave pressão financeira e emocional. Segundo a União das Misericórdias Portuguesas, a principal causa é a falta de mão-de-obra, que obriga as instituições a atualizar salários constantemente. As instituições justificam os aumentos com os custos da infraestrutura e a escassez de profissionais qualificados, enquanto Manuel Lemos, presidente das Misericórdias, alerta para a natureza estrutural do problema no setor privado, onde os preços não são tabelados e os valores variam entre 1.500 e 2.500 euros consoante a região.
Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago)
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