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Aplicação de IA dinamarquesa quer ser os ‘olhos’ de quem não consegue ver

Pedro Oliveira, dean da Nova SBE, apresentou na 5.ª Talk .IA a “Be My Eyes”, uma aplicação com inteligência artificial que auxilia pessoas com deficiência visual.

Hans Jørgen Wiberg nasceu na Dinamarca em 1965 e sofre de visão de túnel, uma condição que pode levar à perda total ou parcial da visão. Para minimizar os desafios decorrentes desta deficiência, Wiberg cofundou, em 2015, a aplicação móvel “Be My Eyes”, projetada para ajudar pessoas cegas ou com deficiência visual, conectando-as a voluntários capazes de ver.

O utilizador realiza uma chamada de vídeo com um voluntário, que o auxilia na tarefa necessária. Navegar por uma área desconhecida ou simplesmente ler um rótulo no supermercado são exemplos práticos de utilização da aplicação. Na 5.ª Talk .IA, que decorreu esta segunda-feira, Pedro Oliveira, dean da Nova SBE, explicou como funciona a aplicação e destacou a importância da inteligência artificial, que poderá substituir os voluntários humanos em muitas destas situações.

O também fundador da Patient Innovation — uma espécie de rede social onde doentes e cuidadores podem partilhar e aceder a soluções úteis para lidar com as suas doenças ou condições — contou que, até ao momento, já surgiram cerca de “cinco mil inovações médicas desenvolvidas por doentes ou cuidadores informais”.

Veja aqui o excerto da intervenção de Pedro Oliveira sobre a “Be My Eyes”:

 

Pedro Oliveira foi o orador principal da 5.ª Talk .IA do ECO, que abordou o uso de IA no setor da Saúde. A iniciativa inseriu-se na Comunidade .IA, um projeto editorial para discutir e promover o uso de IA nas empresas e na sociedade.

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