À entrada para um novo ano, o gestor português reconhece que a incerteza domina e que “em termos geopolíticos, o mundo está o mais complicado” que já viu. E reclama um choque de crescimento nacional.
Esta entrevista integra a 17.ª edição do ECO magazine. Pode comprar aqui.Aos 61 anos, António Horta Osório olha para o mundo com os olhos de quem já muito o percorreu. Atualmente, é administrador não executivo em várias organizações e conselheiro sénior do
private equityCerberus, nomeadamente para a área financeira. Reconhece que o mundo está perigoso, vê o Chanceler Merz como uma figura que pode ajudar a Europa e o apoio à Ucrânia como crucial. Para Portugal, admite que temos crescido acima da média europeia e baixado a dívida pública, mas salienta a urgência de mais políticas pró-crescimento, a única forma de melhorar o rendimento dos portugueses. O António Horta Osório é uma pessoa que projeta algum otimismo ao longo da sua vida. Como olha para o próximo ano, para este ciclo? Eu não
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