Ministro aguarda “um passo” do lado dos sindicatos dos professores

O ministro considera que o próximo passo a dar nas negociações sobre a progressão nas carreiras deve ser dado pelos sindicatos dos professores. Isso estará para breve, diz o governante.

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse esta sexta-feira que espera “um passo do lado dos sindicatos” dos professores, garantindo que “existe o que negociar” e “vontade de negociar”. Um passo que o governante antecipa estar para breve: “Os sindicatos vieram dizer que têm vontade de apresentar uma carta ao Governo, relativamente a esse passo, imagino eu”, disse o ministro.

Tiago Brandão Rodrigues falava no Porto. Em direto na RTP3, o ministro recordou que o Governo “atenuou o que foram os congelamentos nas sucessivas leis de Orçamento do Estado desde 2011 a 2017” e que foi assinada uma “declaração de compromisso” com três pontos. “Nesse sentido, demos um passo”, afirmou, pelo que o próximo passo deve ser dado pelos sindicatos.

Os professores estão em greve às avaliações, reivindicando a contagem integral dos anos de carreira para efeitos de progressão salarial. Mas o Governo também permitiu aos estudantes com notas ainda não conhecidas que “pudessem ir condicionalmente a exame”.

Além disso, foram declarados serviços mínimos, pelo que Tiago Brandão Rodrigues garantiu que “está tudo alinhado para que as condições possam ser continuadas”, até “para que o início do próximo ano possa acontecer com a serenidade” necessária. “Os serviços mínimos estão acautelados para que todo o processo de acesso ao ensino superior possa acontecer com toda a serenidade”, acrescentou o ministro.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Ministro aguarda “um passo” do lado dos sindicatos dos professores

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião