Governo lança site. Costa faz vídeo a explicar o OE que “melhora a vida dos portugueses”

Na página lançada pelo Governo são descritas as medidas do Orçamento do Estado, divididas por área governativa. Pode encontrar-se também um vídeo do primeiro-ministro a explicar o documento.

O Governo lançou um site (www.oe2019.gov.pt)para explicar as medidas do Orçamento do Estado (OE). Para além de tópicos para ajudar à compreensão da proposta do Executivo para 2019, é também disponibilizado um vídeo do primeiro-ministro António Costa, sobre o impacto e as motivações do OE.

No novo site estão destacadas quatro prioridades do Governo, entre elas “mais rendimento para as famílias” e “empresas mais produtivas e inovadoras”. As medidas do orçamento são explicadas e descritas por pontos, e estão divididas por área governativa para facilitar a compreensão do documento que será votado na generalidade a 30 de outubro, sendo a votação final global agendada a 30 de novembro.

Mas a juntar a toda a informação presente nesta página surge também um vídeo de António Costa, em que o primeiro-ministro dá voz aos objetivos do Governo com este OE. Tem um “objetivo muito claro: continuarmos a melhorar a vida dos portugueses e a nossa economia com contas certas”, diz, em vídeo. A vida das famílias “vai continuar a melhorar, porque vamos pagar menos mil milhões de euros de IRS do que pagávamos em 2015”, aponta o primeiro-ministro.

Costa refere ainda a redução da fatura energética e os passes sociais como medidas que beneficiam o rendimento das famílias, bem como o alargamento do abono de família e a gratuitidade dos manuais escolares. “Todos beneficiaremos de um serviço nacional de saúde mais forte e com uma nova geração de políticas de habitação”, acrescenta.

Relativamente às empresas, o primeiro-ministro afirma que “vão estar em melhores condições para poder investir”, nomeadamente com o fim do PEC e com os incentivos fiscais. No vídeo, há ainda tempo para justificar os incentivos para os emigrantes como preparação para o futuro, “porque queremos mais recursos humanos”.

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