Petróleo e incerteza tramam Wall Street. Bolsas abrem em queda

A queda dos preços do petróleo e a incerteza comercial são fatores que estão a condicionar a abertura de Wall Street esta sexta-feira. Índices interrompem o maior rally desde outubro.

Wall Street interrompeu o rally que se regista há cinco sessões consecutivas, o maior desde outubro, e abriu em baixa na última sessão desta semana. As negociações estão condicionadas pela ausência de informação quanto às conclusões dos encontros mantidos entre a China e os EUA. A falta de novidades coloca os três principais índices numa zona de resistência, enquanto os investidores aguardam por um eventual fim da guerra comercial.

Acompanhando a tendência negativa das principais congéneres europeias, o S&P 500 cai 0,48%, para 2.584,16 pontos. O industrial Dow Jones recua 0,46%, para 23.892,09 pontos. O tecnológico Nasdaq desvaloriza 0,59%, para 6.944,77 pontos. No mercado das matérias-primas, numa semana em que o preço do Brent chegou a cotar acima dos 61 dólares, o custo do barril está a recuar nos mercados internacionais. Em Londres, o crude negoceia a 60,68 dólares. Em Nova Iorque, o WTI desvaloriza 1,08%, para 52,02 dólares.

A incerteza em torno das relações comerciais entre China e EUA está a prejudicar o desempenho dos mercados bolsistas. Na quarta-feira, depois de três dias de reuniões entre altas delegações das duas maiores economias do mundo, a promessa era de novidades satisfatórias — mais concretamente, a imposição de um travão à escalada das tensões comerciais entre os dois países. Dois dias depois, os investidores continuam às escuras.

Face a este contexto, as ações das empresas de equipamento elétrico pesado e as companhias petrolíferas são as que estão sob maior pressão. A Gates Industrial, fabricante de transmissores de energia, perde 1,22% nesta sessão. Já a perfuradora Seadrill Partners desvaloriza quase 3,75%.

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