Desemprego atingiu novo mínimo de 2002 no final do ano. Subiu para 6,7% em janeiro

De acordo com a estimativa provisória do INE, a taxa de desemprego situou-se em 6,7%, no primeiro mês deste ano. Fechou 2018 em mínimos de 2002.

A taxa de desemprego subiu para 6,7%, no primeiro mês do ano, mantendo-se ainda assim em mínimos de 2002. Isto de acordo com a estimativa provisória publicada, esta quinta-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). A taxa de dezembro foi revista em baixa nos 6,6%.

Os dados publicados esta manhã pelo INE mostram uma subida da taxa de desemprego de 0,1 pontos percentuais (p.p) em janeiro face ao mês anterior, fixando-se nos 6,7%. Em dezembro, a taxa situou-se nos 6,6%, valor que foi revisto em baixa em 0,1 p.p. face à estimativa provisória que tinha sido divulgada anteriormente.

Estes 6,6% representam, por sua vez, uma descida de 0,1 p.p. em relação à taxa registada em novembro de 2018 e de 1,3 p.p. face ao mesmo mês do ano anterior. No último mês de 2018, 344,3 mil pessoas estavam desempregadas, o que equivale a um recuo de 0,4% face a novembro e de 15,9% em termos homólogos.

Em janeiro, o INE estima que 347,9 mil pessoas tenham estado desempregadas, o que reflete uma subida de 1% face a dezembro e de 1,4% relativamente aos três meses anteriores. Face ao mesmo mês de 2018, registou-se, contudo, uma redução de 14%.

Já a taxa de desemprego dos jovens recuou, em janeiro, 0,3 p.p. para 17,8%, o valor mais baixo desde de 2003.

“Em dezembro de 2018, a população empregada foi estimada em 4.841,8 mil pessoas, tendo aumentado 0,4% (18,4 mil) em relação ao mês anterior (novembro de 2018), 0,5% (24,2 mil) em relação a três meses antes (setembro de 2018) e 1,5% (71,7 mil) em comparação com o mesmo mês de 2017“, sublinha, por outro lado, o INE, no destaque publicado esta quinta-feira.

O instituto estima que, em janeiro, o número de pessoas empregadas tenha subido para 4.849,3 mil pessoas, o que representa uma subida de 0,2% em relação a dezembro, 0,5% em relação aos três meses anteriores e 1,5% em termos homólogos.

(Notícia atualizada às 11h28)

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