Estivadores, tripulantes e professores apoiam motoristas

  • ECO
  • 9 Agosto 2019

Alguns sindicatos assinaram uma petição pública a pedir “solidariedade com os motoristas de matérias perigosas e de mercadorias”, “contra a miséria dos salários e a anulação do direito à greve”.

Os motoristas já colheram o apoio de outros trabalhadores. Depois de o Governo ter decretado serviços mínimos entre 50% e 75% e de se saber que o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) indicar que é legal decretar a requisição civil preventiva, um conjunto de sindicatos assinou uma petição pública a pedir “solidariedade com os motoristas de matérias perigosas e de mercadorias”. Às 8H30 desta sexta-feira, a petição contava com cerca de 2.000 assinaturas.

Entre os assinantes encontra-se o SEAL, dos estivadores, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), o Sindicato do Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, o Sindicato dos Trabalhadores do Setor Automóvel, o sindicato dos trabalhadores dos call-center e também do mais jovem sindicato dos professores, o STOP, entre outros, adianta o Público (acesso pago).

Na petição, os sindicatos pedem solidariedade “contra a miséria dos salários e a anulação do direito à greve”. Para os trabalhadores, “o direito à greve está a ser violentamente atacado — como nunca o foi até hoje — com o Governo de António Costa a pretender, com a intervenção do Exército, das forças policiais e dos bombeiros, destruir um direito fundamental dos trabalhadores”.

Do lado dos motoristas, a reação ao parecer da PGR também foi de indignação. O advogado do Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas, Pedro Pardal Henriques, disse que uma declaração preventiva de requisição civil é “bloquear praticamente o direito à greve”.

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