CMS reforça negócios em África com membros da Miranda

Alberto Galhardo Simões, Nuno Alves Mansilha e Joana Brito Paulo transitam da Miranda & Associados e reforçam área de prática de África da CMS Rui Pena & Arnaut.

A sociedade de advogados CMS Rui Pena & Arnaut reforçou a área de prática de África com a integração de uma equipa de advogados sénior multidisciplinar, liderada por Alberto Galhardo Simões. Para além do ex-sócio da Miranda & Associados, transitam para a CMS, Nuno Alves Mansilha (ex-associado coordenador da Miranda & Associados) e Joana Brito Paulo (ex-associada sénior da Miranda & Associados).

Alberto Galhardo Simões possui mais de 25 anos de experiência no apoio a projetos em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, nas áreas do direito societário, comercial, PPP & Project Finance, bancário e financeiro, investimento estrangeiro e fusões & aquisições. O advogado transita da sociedade Miranda & Associados onde permaneceu durante 16 anos.

Nuno Alves Mansilha representou a Miranda & Associados durante 12 anos e conta com uma vasta experiência nas áreas de direito comercial e contratos, societário, projetos, cambial, investimento privado, fusões e aquisições, quer em Portugal, quer no continente africano.

Por último, Joana Brito Paulo entrou para a Miranda em 2008 e centrou a sua prática nas áreas de direito societário e comercial, investimento estrangeiro e fusões e aquisições. Esteve envolvida também em inúmeros projetos quer no mercado português, quer no mercado africano.

“A nossa sociedade tem vindo a fazer um caminho de crescimento nos últimos anos e o reforço da nossa equipa dedicada ao mercado africano é mais um passo – absolutamente decisivo – na continuação desse trilho. Esta decisão está totalmente em linha com a estratégia de expansão da CMS Rui Pena & Arnaut e acompanha o aumento de procura que temos sentido para estes mercados”, refere em comunicado José Luís Arnaut, managing partner da CMS.

Sobre a entrada dos três advogados da Miranda & Associados, José Luís Arnaut está confiante que a sociedade “consolida a aposta que tem vindo a fazer em novos mercados, assente numa renovada equipa em Lisboa, e em parcerias sólidas com escritórios locais, dos quais se realça a FTL Advogados, liderada por Filipa Tavares de Lima, em Luanda“.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

CMS reforça negócios em África com membros da Miranda

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião