30 profissionais de nove sociedades vão subir o Kilimanjaro

A iniciativa 'Kilawmanjaro" vai juntar 30 profissionais de nove sociedades para escalar o ponto mais alto de África. A 'Just A Change' e 'Academia do Johnson' são as causas apoiadas.

Uma nova aventura está prestes a começar para 30 profissionais de nove sociedades do país. O objetivo é chegar ao ponto mais alto de África, ao cume do monte Kilimanjaro. A iniciativa, fundada por João Vieira de Almeida, managing partner da VdA, ganhou o nome de ‘Kilawmanjaro’ e terá início no próximo dia 20 de setembro. Os 30 profissionais passaram os últimos meses em preparação física, com um treino semanal coletivo.

Na passada segunda-feira, os alpinistas foram apresentados oficialmente à imprensa e vestiram a camisola que os acompanhará durante a aventura. O cocktail de apresentação, que decorreu na VdA, contou com a presença das sociedades participantes, das causas apoiadas, bem como dos aventureiros que vão subir o Kilimanjaro.

Com a subida de 5.895 metros de altura, as nove sociedades de advogados vão contribuir com 40.000 euros que serão divididos por duas causas: Academia do Johnson e Associação Just A Change. A seleção das causas sociais foi realizada através da colaboração do departamento de responsabilidade social da sociedade de advogados Vieira de Almeida (VdA).

A Academia do Johnson tem como missão promover o desenvolvimento humano e o bem-estar de crianças e jovens oriundos de contextos fragilizados, bem como as suas famílias. Com o donativo da iniciativa ‘Kilawmanjaro’, a academia vai reforçar a intervenção nas famílias, promovendo a sua integração ativa no projeto e ainda vai fomentar a sua participação ativa na vida dos jovens permitindo que o contexto familiar de cada um tenha uma função importante na redução dos comportamentos de risco.

Já a associação sem fins lucrativos Just a Change dedica-se a reabilitar casas de pessoas em situação de pobreza habitacional. Com os 20.000 euros doados, a associação pretende adquirir máquinas e ferramentas de trabalho modernas para intervir com mais qualidade e eficiência e ainda renovar o material de segurança para os voluntários.

A iniciativa conta com a colaboração de noves sociedades de advogados: DLA Piper, Linklaters, Morais Leitão, PLMJ, Sérvulo & Associados, Serra Lopes, Cortes Martins & Associados, SRS Advogados, Uría Menéndez – Proença de Carvalho e VdA.

O projeto “Kilawmanjaro” junta-se assim a iniciativas como Rock’n’Law que promovem ações de solidariedade e a união entre as diversas sociedades de advogados.

 

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

30 profissionais de nove sociedades vão subir o Kilimanjaro

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião