Rosália Amorim é a nova diretora da rádio TSF

Até aqui diretora do Dinheiro Vivo, Rosália Amorim vai ser a nova diretora da rádio TSF.

Rosália Amorim vai ser a nova diretora da rádio TSF, três anos depois de ter assumido a direção editorial do jornal Dinheiro Vivo, ambos detidos pelo grupo Global Media. O ECO sabe que a jornalista vai preencher o cargo que fica vago depois de Arsénio Reis ter sido “convidado a aceitar um novo desafio, estratégico, ligado à internacionalização” na empresa, como foi revelado esta sexta-feira.

Apesar desta informação, contactada pelo ECO, Rosália Amorim garantiu desconhecer “uma informação que não existe”. Mas não deu mais detalhes, numa resposta enviada depois da publicação desta notícia.

Com mais de duas décadas de carreira, Rosália Amorim era a diretora do Dinheiro Vivo desde outubro de 2016 e diretora da secção de economia dos títulos do grupo. No currículo tem ainda a direção executiva da angolana Media Rumo e passou pela Impresa entre 2013 e 2015, como líder da revista portuguesa Exame e da área de economia do Expresso.

A decisão deverá ser anunciada em breve e surge depois de a comissão executiva da Global Media ter anunciado a saída de Arsénio Reis do cargo, “no contexto da reestruturação” da empresa e das “estratégias em curso para as suas várias marcas”. Apesar de o comunicado não deixar claro se Arsénio Reis aceitou ou não o desafio, o profissional deverá manter-se na empresa, com um novo cargo “ligado à internacionalização” da companhia.

“Arsénio Reis, que durante 12 anos integrou sucessivas direções da estação, e desde julho de 2016 como diretor, deixa na TSF a marca de um jornalismo de qualidade, informado e independente, para além das suas capacidades de gestão de projeto e de equipas”, apontou a comissão executiva da empresa. Desde o anúncio, a direção interina da TSF está a ser assumida por Pedro Pinheiro, diretor-adjunto da estação, apoiado por Ricardo Alexandre e Anselmo Crespo.

São do conhecimento público as dificuldades financeiras que a empresa tem vindo a atravessar nos últimos anos, que se agravaram nos últimos meses e levaram Afonso Camões a transmitir aos jornalistas, em julho, a necessidade de fechar uma reestruturação que poderá levar à saída de 200 pessoas da empresa. A alternativa poderia ser o “colapso” da Global Media, indicou.

A Global Media detém também o Jornal de Notícias e o Diário de Notícias e tem como acionistas Kevin Ho, José Pedro Soeiro, Joaquim Oliveira e o Novo Banco. Até ao final de outubro, também o BCP era dono de parte da empresa, mas vendeu-a em partes iguais a dois dos acionistas de referência ao grupo.

(Notícia atualizada pela última vez às 12h55)

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