Abreu Advogados integra um security operations center

A sociedade Abreu Advogados lançou recentemente o SOC, um sistema que protege as informações através da inteligência artificial.

A sociedade Abreu Advogados vai abrir um novo security operations center (SOC) português, o “Abreu SOC”. O novo sistema utiliza inteligência artificial e está integrado nas instalações da sociedade de advogados.

Este recente centro de informação e segurança está na “vanguarda da tecnologia para o tratamento cuidado dos ativos (informação, redes e sistemas) geridos pela sociedade, fomentando a expansão da capacidade da Abreu em matéria de cibersegurança e indo ao encontro da crescente exigência do mercado para a proteção da informação”, nota a sociedade.

Com esta solução, a Abreu potencia a sua capacidade de prevenção e proteção da informação, prosseguindo o caminho que tem percorrido de diferenciação, de inovação tecnológica e na aposta na eficiência para a proteção de dados numa era de novos desafios à transformação digital.

“A Abreu orgulha-se por poder apresentar um novo serviço que espelha uma aposta clara em transformação digital, em especial na área da cibersegurança, tendo como referência as maiores organizações multinacionais, independentemente do seu setor e dimensão. A nossa ação foi estruturada tendo como objetivo estabelecer a cooperação com outras entidades do setor e com organizações na área da cibersegurança”, nota João Cupertino, responsável de IT na Abreu Advogados.

O Abreu SOC está em funcionamento desde setembro, tendo já realizado milhares de testes, promovendo a formação da equipa e a afinação dos procedimentos de suporte às atividades de cibersegurança. Trata-se de um serviço completo que visa assegurar o reforço da segurança da informação gerada e guardada pela sociedade de advogados mas também dos seus clientes e parceiros, dentro e fora do setor da advocacia e justiça.

Com esta solução, os clientes da Abreu acedem a um mais amplo conjunto de serviços e recursos para lidar com a acelerada transformação digital que exige maior capacidade das organizações para a segurança da sua informação.

Queremos promover a criação de uma rede de partilha de inteligência e conhecimento no setor, para potenciar a deteção e defesa para as atuais e futuras ameaças cibernéticas. Os riscos à segurança são elevados e o mercado requer uma resposta rápida e eficaz por parte de todas as organizações, num ano em que as sociedades de advogados tiverem alguma projeção mediática em torno do tema da segurança informática”, explica João Cupertino.

As funções principais do Abreu SOC são a gestão e monitorização contínua e em tempo real de eventos da infraestrutura tecnológica da sociedade, correlacionando e analisando os dados para uma resposta e remediação coordenada e integrada com threat intelligence em ligação a países do mundo inteiro.

Está incluído no Abreu SOC uma equipa multidisciplinar composta por dez elementos, que engloba uma “equipa interna de analistas de segurança de monitorização e análise de indicadores de compromisso, numa operação 24×7, em coordenação com equipas externas de resposta”. As funções descritas estão suportadas num conjunto de ferramentas tecnológicas que permitem a correlação de eventos em tempo real com o objetivo de encontrar comportamentos suspeitos, assim como encontrar anomalias através de machine learning e o aumento da capacidade de análise e resposta utilizando processos de automação e orquestração.

“Com este centro operacional, passamos a ter uma capacidade de deteção em tempo real para algumas ameaças, o que numa outra empresa poderia demorar meses ou anos”, reforça João Cupertino, no âmbito da apresentação oficial do Abreu SOC.

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