Ceia de Natal? Agora, vai poder encomendar (antecipadamente) na Uber Eats

A Uber Eats anunciou uma parceria com a Masstige para lançar um catering virtual dedicado à época natalícia. Preços ficam entre 40 e 240 euros.

As refeições da época natalícia lá em casa vão poder ser encomendadas na aplicação Uber Eats, ao abrigo de um novo serviço de catering virtual, lançado pela empresa em parceria com a Masstige. O objetivo é “garantir mais conveniência” nas festividades.

“Composto pelos clássicos que habitualmente se servem à mesa no Natal, o menu pode incluir entradas, três opções de prato principal (carne, peixe e vegetariano), acompanhamento, sobremesa e bebidas”, anunciou a Uber Eats, num comunicado. O serviço conta com um menu completo, ou menu simples com prato principal e acompanhamento, mas bebidas escolhidas à parte.

Novo serviço de catering virtual torna possível encomendar uma refeição completa na Uber Eats. Incluindo a ceia de Natal, desde que encomendada antecipadamente.Zé Diogo Lucena/Uber Eats

“Todas as opções estão disponíveis para dividir entre grupos de quatro, oito ou 12 pessoas, e os preços rondam os 40 e os 240 euros”, acrescentou a Uber Eats.

Segundo a empresa, os pedidos podem ser feitos na aplicação todos os dias úteis da semana, entre as 12h00 e as 20h30, ou aos sábados, das 10h às 14h. “Na época de Natal e ano novo, o Masstige encerra dias 24, 25 e 26 de dezembro e dia 1 de janeiro” e, no dia 31 de dezembro, só estará aberto até às 15h, de acordo com a empresa. O ECO confirmou, no entanto, junto de fonte oficial da empresa, que é possível encomendar previamente a ceia do Natal.

Para assinalar o lançamento, a empresa não cobra taxa de entrega aos primeiros 1.000 pedidos, se os clientes indicarem o código promocional “NATALEMCASA”. A Uber Eats garante que o conceito é “inédito” em Portugal.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Ceia de Natal? Agora, vai poder encomendar (antecipadamente) na Uber Eats

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião