Barkyn cresce na Europa e estreia-se na Alemanha

Mercado alemão, o quarto da startup portuguesa, é cinco vezes maior do que o português. Empresa com sede no Porto passa a ter centro logístico local.

A equipa da Barkyn já conta com 34 pessoas entre o Porto (sede) e Aveiro (polo tecnológico).Barkyn

A startup portuguesa Barkyn arrancou 2020 a dar os primeiros passos a Alemanha, o quarto mercado da empresa — depois de Portugal, Espanha e Itália — de subscrição de comida canina. A aposta coloca a empresa portuguesa a trabalhar no maior mercado pet da Europa, avaliado, em 2018, em 600 milhões de euros apenas online.

“É um mercado gigante, com enorme potencial de crescimento online e, ao mesmo tempo, um grande desafio para nós. Sabemos que os padrões de consumo alemães são diferentes dos países mediterrâneos, onde estávamos até agora. Estamos a falar de um comportamento de consumo com maior ponderação, onde notoriedade e reputação terão um papel chave na conquista da confiança destes clientes”, detalha André Jordão, cofundador e CEO da Barkyn.

Fundada em 2017 por André Jordão e Ricardo Macedo, a Barkyn organiza um plano personalizado para os cães dos clientes, com uma fee mensal fixa que varia entre os 25 e os 50 euros. Além da entrega da ração em casa das famílias com animais, a startup oferece ainda acompanhamento online de um veterinário, que acompanha o estado do cão. Com a entrada no mercado alemão, a startup tem já um centro logístico local e contratou as duas primeiras pessoas alemãs da equipa.

A entrada na Alemanha marca o início de uma expansão contínua da marca para a Europa depois de, em abril de 2019, a startup ter levantado uma ronda de investimento de 1,7 milhões de euros, liderada pela Indico, primeiro fundo de venture capital independente e privado nacional lançado há um ano.

Este ano, na previsão do ecossistema sobre as startups a ter debaixo de olho em 2020, a Barkyn foi uma das referidas por vários entrevistados.

 

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