Codavel levanta 1,3 milhões para crescer na Ásia e América. Armilar lidera

Ronda de investimento vai servir para a startup fazer crescer a equipa e entrar nos mercados asiático e norte-americano, onde já conta com base operacional.

A startup portuguesa Codavel, que garante apps rápidas independentemente da rede (3G, 4G, 5G ou WiFi), concluiu uma ronda de investimento no valor de 1,3 milhões de euros, liderada pela portuguesa Armilar Venture Partners.

Com este investimento, a Codavel quer aumentar a equipa de programadores e entrar nos mercados asiático e norte-americano, onde já tem base operacional, informa a startup em comunicado.

“Já provámos que fazemos uma diferença substancial na experiência dos utilizadores, mesmo em condições de rede mais adversas. Para a maioria das indústrias, melhorar a experiência do utilizador tem um impacto direto nas receitas, e nós ajudamos a impedir que a instabilidade das redes de comunicação destrua o investimento das empresas para garantir uma experiência perfeita”, explica Rui Costa, CEO e cofundador da Codavel.

A startup desenvolveu um software que permite às apps reduzir o tempo que estas demoram a carregar conteúdo (imagens ou vídeos, por exemplo) entre 20% a 80%

“A Codavel enquadra-se muito bem no nosso fundo de transferência de tecnologia. A empresa surgiu na sequência de trabalhos de doutoramento na Universidade do Porto e no MIT e tem direitos exclusivos de propriedade intelectual muito relevantes para a execução da sua estratégia”, refere José Guerreiro de Sousa, partner da Armilar Venture Partners, citado em comunicado, sobre o sexto investimento da capital de risco.

Na ronda participaram a Portugal Ventures — que, em 2019 bateu o recorde de investimento, atingindo os 15 milhões de euros — e a Ideias Glaciares, e ainda o fundo 200M.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Codavel levanta 1,3 milhões para crescer na Ásia e América. Armilar lidera

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião