5 coisas que vão marcar o dia

É dia de apresentação de contas, com três empresas a publicarem os resultados anuais. Já a S&P deverá pronunciar-se sobre o rating de Portugal.

É dia de apresentação de contas, com três empresas a publicarem os resultados anuais. São elas a Altri, a F. Ramada e a Cofina. Já a S&P deverá divulgar a avaliação à dívida soberana de Portugal. Na ordem do dia irá também continuar o novo coronavírus, que estará em discussão no Parlamento e também numa reunião dos ministros da Administração Interna dos Estados-membros da União Europeia. Será também implementada a suspensão da entrada de viajantes da Europa nos Estados Unidos, uma medida anunciada por Donald Trump para prevenir a propagação do Covid-19.

S&P deverá pronunciar-se sobre rating de Portugal

A Standard and Poor’s (S&P) irá divulgar uma avaliação à dívida soberana de Portugal. Em setembro, a agência de notação financeira norte-americana melhorou a perspetiva para o rating da dívida portuguesa, elevando-a de “estável” para “positiva”, apesar de manter a notação em “BBB”.

Resultados na bolsa. Altri e Cofina mostram contas

Esta sexta-feira serão conhecidos os resultados anuais de duas empresas cotadas no PSI-20, a Altri e a F. Ramada. Para além disso, serão também divulgados os resultados da Cofina, dias depois de ser conhecido que o grupo já não vai comprar a Media Capital, após falhar o aumento de capital.

Parlamento debate coronavírus. Ministros da UE fazem videoconferência

Vai decorrer na Assembleia da República um debate de atualidade, requerido pelo CDS-PP, sobre a resposta do país ao novo coronavírus. As medidas de proteção civil para combater o surto da Covid-19 irão também ser discutidas, esta manhã, pelos ministros dos Estados-membros da União Europeia responsáveis pelos Assuntos Internos, que irão reunir por videoconferência.

Arranca suspensão de voos de países da UE para os EUA

O presidente norte-americano decidiu suspender, por um período de 30 dias, as entradas de todos os viajantes com origem na Europa, excetuando os do Reino Unido. A medida, que entra em vigor esta sexta-feira, foi anunciada por Donald Trump como uma forma de impedir que novos casos entrem nos Estados Unidos.

INE publica dados sobre a construção

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga os dados sobre o número de obras licenciadas e concluídas em Portugal durante o quarto trimestre de 2019. No terceiro trimestre do ano passado, o número de edifícios licenciados cresceu 5,9%, enquanto os edifícios concluídos aumentaram 16,7%.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

5 coisas que vão marcar o dia

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião