Formações online da CRL reúnem 7.000 advogados

O Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados promoveu duas formações online para os profissionais da área, reunindo cerca de 7.000 advogados.

Face à pandemia Covid-19, o setor da advocacia reinventa-se diariamente. Recentemente, o Conselho Regional de Lisboa (CRL) da Ordem dos Advogados promoveu conferências/formações online para advogados.

As duas primeiras conferências online contaram com cerca de 7.000 advogados inscritos. “Numa medida concreta para assegurar a melhor formação possível a todos os advogados e um melhor serviço aos cidadãos, o CRL, em conjunto com os conselhos regionais de Coimbra, Açores, Évora, Faro e Madeira, apostou na formação online”, nota o CRL em comunicado.

Liderado por João Massano, o Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados tem vindo a defender que “a Justiça não pode parar: ‘O Covid-19 não pode suspender a Justiça'”.

Várias são as mudanças que estão a ocorrer no setor da advocacia. Após a suspensão do pagamentos das quotas mensais, o Conselho Geral da Ordem dos Advogados criou também um fundo de apoio aos profissionais do setor em situação de emergência. Para este mecanismo serão canalizadas as verbas que “não sejam estritamente necessárias para assegurar o funcionamento dos serviços” da OA, assegura Luís Menezes Leitão.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Formações online da CRL reúnem 7.000 advogados

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião