Nova SBE lança mestrados em empreendedorismo e políticas públicas

Os dois novos mestrados em empreendedorismo de impacto e políticas públicas reforçam a "aposta no impacto" da Nova SBE e querem responder aos desafios do futuro. Arrancam em 2021 com quase 200 vagas.

A Nova SBE vai lançar dois novos cursos no próximo ano, os mestrados em empreendedorismo de impacto e em desenvolvimento internacional e políticas públicas. O objetivo da nova oferta é ajudar a desenvolver competências para responder à necessidade de transformação dos desafios do futuro, aliando o ensino teórico ao contacto direto com o tecido empresarial e das startups em Portugal.

Os dois mestrados têm como base uma metodologia de project-based learning, e um propósito de se aproximarem das empresas e das necessidades reais do mercado através do empreendedorismo, da inovação e do impacto.

Empreendedorismo para desenvolver soft skills

O mestrado em empreendedorismo de impacto e inovação terá 100 vagas disponíveis e destina-se a candidatos vindos de qualquer área de formação, com ou sem experiência profissional. O programa destina-se a empreendedores que procurem um programa de mestrado para desenvolver e implementar a sua própria ideia de negócio com impacto, por isso, ao contrário da maioria dos mestrados, pretende-se que os alunos integrem a formação já com um projeto em mente.

A componente académica aparece a reforçar a componente aplicada e do projeto que se quer desenvolver. Acreditamos muito que no ensino, com as expectativas desta geração, já não há tanta vontade de estar só a ouvir, querem fazer. Queremos cada vez mais que as pessoas aprendam, não só a ouvir-nos, mas também a fazer”, realça Daniel Traça dean da Nova SBE, em conferência de imprensa.

Além de alavancar projetos, o curso pretende ser um espaço para potenciar o desenvolvimento de soft skills, tais como a capacidade de tomar decisões e de colaboração. “Consideramos que o empreendedorismo é a melhor plataforma para desenvolver este tipo de competências“, detalha à Pessoas Daniel Traça.

“Queremos que o que sai destes mestrados e destes projetos não seja só algo que reforça as competências dos alunos, mas vamos fazê-lo em colaboração com empresas, para fortalecer o tecido de empresas e startups em Portugal“, sublinha o responsável.

Melhorar Estado com ferramentas de gestão

O mestrado em desenvolvimento internacional e em políticas públicas da Nova SBE vai arrancar com 80 vagas.

Para Daniel Traça, este é “mais um desafio de transformação”, por isso o curso tem como objetivo aliar as competências da gestão — de projetos, de objetivos e resultados –, à transformação da própria gestão das políticas públicas do Estado.

“Consideramos que, neste mundo em transformação, onde é preciso mais competências técnicas e de inovação, também é preciso reformar a capacidade do Estado“, sublinha o dean da Nova SBE. O curso destina-se a candidatos sem experiência profissional, que procuram um programa full-time, formados nas áreas de economia, gestão, mas também outras ciências sociais, ciências naturais ou engenharia. A universidade refere ainda que a especialização também poderá interessar a jovens já profissionais em organizações com dimensão de política pública ou com interesse numa abordagem prática para o desenvolvimento internacional e políticas públicas.

Em fevereiro deste ano, a Nova SBE lançou o mestrado em business analytics [análise de negócio], com o objetivo de dar resposta às necessidades do mercado nesta área e ainda fazer a ponte entre as empresas e a tecnologia. “Cada um destes três mestrados é uma alavanca para aquilo que consideramos que é o impacto”, conclui o responsável, que reforça a vontade de que estes mestrados possam dar o exemplo a outras escolas do país. Os dois novos mestrados arrancam em setembro de 2021.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Nova SBE lança mestrados em empreendedorismo e políticas públicas

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião