Microsoft faz vídeo para agradecer aos colaboradores a dedicação e resiliência do último ano

Reconhecer o esforço, reter o talento e motivar as equipas foram os principais objetivos do vídeo divulgado esta segunda-feira aos colaboradores da tecnológica.

O último ano foi muito diferente. Sem dúvida desafiante e com dificuldades acrescidas no que toca à conciliação da vida profissional e pessoal. Depois de um ano de pandemia, reconhecer e recompensar os colaboradores pela “resiliência” e “dedicação” é, para a Microsoft, fundamental. E impacta diretamente na retenção do talento.

“Sentimos que tínhamos de fazer algo para agradecer aos nossos colaboradores. Lembrámo-nos de fazer um vídeo de agradecimento, onde ilustrássemos como alguns dos nossos colaboradores mantiveram este novo equilíbrio diário”, começa por contar à Pessoas Teresa Virgínia, CMO & PR lead da Microsoft Portugal. “Mesmo nestas condições tão distintas, nalguns casos muito desafiantes, sentimos que a nossa equipa continuou a trabalhar com uma imensa dedicação e resiliência. E é importante que reconheçamos e recompensemos esse esforço e essa dedicação”, continua.

No vídeo divulgado esta segunda-feira aos colaboradores da Microsoft Portugal, a tecnológica passa uma mensagem, não só de agradecimento, mas também de união e empatia. Trata-se também de construir e reforçar cultura e transmitir valores. “Estas iniciativas são importantes para a retenção do enorme talento que temos nas nossas equipas, assim como na motivação diária para continuarem a trabalhar com o elevado profissionalismo e dedicação que lhes é reconhecido”, refere Teresa Virgínia.

"Estas iniciativas são importantes para a retenção do enorme talento que temos nas nossas equipas, assim como na motivação diária para continuarem a trabalhar com o elevado profissionalismo e dedicação que lhes é reconhecido.”

Teresa Virgínia

CMO & PR lead da Microsoft Portugal

Para Marco António Silva, digital advisor da Microsoft Portugal, ter participado no vídeo da empresa e ter oportunidade de partilhar um pouco do seu espaço pessoal e hobbies foi algo inspirador e motivador. “Todos tivemos que nos ajustar à nova realidade e conseguir fazer isso enquanto não tiramos o pé do acelerador e continuar a cumprir objetivos e ao mesmo tempo apoiar os nossos clientes nas suas transformações e adaptações necessárias. Foi um esforço incrível e individual de todos os colaboradores para manter a empresa a trabalhar ao mesmo ritmo, e é muito bom e importante ver esse reconhecimento”, diz.

“Fazer parte de uma mensagem tão forte e inspiradora como a que partilhamos neste vídeo é muito motivador e espero que seja o meu pequeno contributo para inspirar uma ainda maior união da nossa equipa e das diferentes equipas dos nossos clientes e parceiros que possam ver o vídeo”, continua, salientando que as pessoas têm de estar no centro das empresas, pois são elas que fazem as organizações.

“Acredito que as fundações de uma empresa não são o cimento e tijolos do edifício que chama sede, mas sim os colaboradores que a compõem. Hoje, isso é ainda mais verdade quando temos um escritório vazio há mais de um ano e os colaboradores em suas casas seguram a coesão da empresa, da missão que juntos querem atingir e acima de tudo da colaboração, camaradagem e sentido de equipa que une a empresa num só corpo”, acrescenta.

"Acredito que as fundações de uma empresa não são o cimento e tijolos do edifício que chama sede, mas sim os colaboradores que a compõem.”

 Marco António Silva

Digital advisor da Microsoft Portugal

Na Microsoft, mais do que a passagem para o teletrabalho, que era algo que já fazia parte da cultura da empresa, o grande desafio foi “a necessidade de dar suporte aos clientes, que mais do que nunca dependeram da nossa tecnologia para continuar a trabalhar”, diz Teresa Virgínia.

Além disso, o desafio foi, também, dentro de casa, onde não há fronteiras entre a vida profissional e a vida privada, “onde, em muitos casos, os filhos pequenos também estavam a ter aulas, ou até tomar conta dos mais pequenos que necessitam de uma atenção constante”. “Manter a saúde mental e física” foi um dos maiores desafios, exigindo “um esforço adicional de todos”.

Marco António Silva não podia estar mais de acordo. Para si, o maior desafio do último ano foi pessoal. “O facto de muitas das atividades que faziam parte do meu dia-a-dia profissional e pessoal terem desaparecido obrigou-me a encontrar outras formas de atingir os meus objetivos pessoais e profissionais”, explica. Ainda assim, o digital advisor da Microsoft Portugal confessa ter gostado deste formato de trabalho que lhe oferece mais flexibilidade e qualidade de vida.

“Este formato libertou imenso a minha agenda para fazer projetos que não tinha tempo para pegar e hoje são realidade e um sucesso. Sinto que de um grande desafio que foi manter-nos ocupados e criar novos hábitos e formas de estar bem no isolamento, surgiram imensos grandes projetos que todos vamos continuar a disfrutar quando o isolamento terminar”, remata.

Veja aqui o vídeo completo da Microsoft Portugal:

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