Pressão das farmacêuticas não abala Wall Street e Dow Jones atinge novo recorde

Depois dos máximos de quarta-feira, Dow Jones volta a fechar com novo recorde (34.545,11 pontos). Farmacêuticas recuperaram das quedas da abertura, mas não o suficiente para fechar a "verde".

Wall Street não se deixou afetar pelas quedas das farmacêuticas, tendo os três principais índices fechado a sessão desta quinta-feira em terreno positivo. Aliás, depois dos máximos de quarta-feira, o Dow Jones voltou a fechar em novo recorde, impulsionado pelo relatório de desemprego otimista que saiu na manhã desta quinta-feira.

As empresas fabricantes das vacinas contra a Covid-19 começaram a afundar na quarta-feira, quando a administração Biden revelou que os EUA apoiam a suspensão temporária das patentes das vacinas. E, na abertura de Wall Street, a BioNTech e a Moderna estavam com quedas de 10%. Ao longo do dia houve uma ligeira recuperação depois da Alemanha se ter tornado aliada destas empresas, uma vez que Merkel se mostrou contra o levantamento das patentes.

A maioria das empresas, envolvidas na produção de vacinas contra a Covid-19, fecharam o dia a “vermelho”: as ações Pfizer caíram 1%, as da Moderna 1,4% e as da BioNTech 1,6%. As exceções são a Novavax e a Johnson&Johnson que subiram 0,45% e 0,4% respetivamente. No geral, o setor da saúde foi dos que menos ganhos teve, quer no Nasdaq quer no S&P 500.

O Nasdaq fechou com ganhos de 0,37% para 13.632,84 pontos, enquanto o S&P 500 acabou o dia com um aumento de 0,82% para 4.201,58 pontos.

O grande destaque vai, contudo, para o índice Dow Jones que voltou a bater o recorde, subindo 0,92% para terminar o dia em 34.545,11 pontos. O recorde anterior deu-se no fecho de quarta-feira (34.230,02 pontos).

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