Hoje nas notícias: TAP, EDP e Dielmar

  • ECO
  • 4 Agosto 2021

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Esta quarta-feira os jornais dão destaque ao Estado que se irá tonar o único acionista da TAP e ao Ministério Público que descobriu que Manuel Pinho e António Mexia almoçaram mais do que uma vez por mês durante quatro anos alegadamente para alinhar os interesses da EDP. Nota ainda para a recusa dos maiores bancos portugueses em apoiar a Dielmar. A fechar, as novas fábricas da Repsol em Sines terão ligação à ferrovia nacional.

Estado vai tornar-se no único acionista da TAP este ano

O Estado português vai passar a ser o único acionista da TAP, depois de uma operação para limpar os prejuízos que ocorrerá ainda este ano e que irá envolver acionistas privados, pequenos investidores e trabalhadores. O plano implica ainda a aplicação total de 2.726 milhões de euros de dinheiro público no capital da companhia aérea. Este ano, o Estado já aplicou 462 milhões de euros na TAP SA, passando a deter 92% do capital da transportadora.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Maiores bancos portugueses recusaram apoio à Dielmar

Antes de apresentar o pedido de insolvência, a Dielmar pediu ajuda à banca para evitar a falência. No entanto, face à situação financeira da empresa (que estava desde 2019 capitais próprios negativos), os quatro maiores bancos portugueses recusaram o apoio. Em 2020, já em plena pandemia, a empresa viu-se afastada dos apoios das linhas Covid criadas pelo Estado por já ter as contas no vermelho ainda antes da pandemia. As empresas nesta situação são consideradas em dificuldade e, pelas regras europeias, não poderiam ser ajudadas pelos Estados.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Pinho e Mexia almoçaram mais do que uma vez por mês durante quatro anos

O Ministério Público (MP) descobriu que Manuel Pinho e António Mexia almoçaram mais do que uma vez por mês durante os quatro anos (entre 2006 e 2009), em que o gestor assumiu funções como presidente da EDP e, ao mesmo tempo, Pinho era ministro da Economia. A tese da investigação é que estes encontros serviam para alinhar os interesses da EDP, do Governo de José Sócrates e de Ricardo Salgado através do Grupo Espírito Santo (GES). Estes almoços fizeram parte do interrogatório feito pelo Ministério Público na semana passada a Manuel Pinho, tendo o ex-político negado todas as suspeitas e criado um site para fazer a sua defesa. É arguido no processo EDP por suspeitas de corrupção e branqueamento de capitais.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

Novas fábricas da Repsol em Sines terão ligação à ferrovia nacional

Num investimento de seis milhões de euros, a Infraestruturas de Portugal (IP) vai requalificar um ramal ferroviário de sete quilómetros para ligar as novas fábricas da espanhola Repsol em Sines à ferrovia nacional. Este projeto foi acordado entre as duas partes num protocolo em que a empresa energética se compromete a usar o comboio durante o período necessário para a IP amortizar o investimento feito. Esta requalificação da linha é “algo muito importante para a Repsol, que pretende exportar para Espanha”, diz Carlos Fernandes, vice-presidente da IP, em declarações ao Jornal de Negócios, assinalando que os calendários da IP e da Repsol, que vai construir duas fábricas de materiais poliméricos, estão coordenados.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

Setor privado emprega quase tanto como o SNS

Antes da pandemia, em 2019, havia 125 mil profissionais de saúde empregados no setor privado da saúde, o que comparava com os 135 mil trabalhadores que na altura trabalhavam no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Estes números englobam farmácias, clínicas e laboratórios, hospitais e indústria farmacêutica e a dos dispositivos médicos. Estes números constam da radiografia do setor privado da saúde realizado pela Dun & Brastreet/Informa a pedido do Conselho Estratégico Nacional de Saúde da Confederação Empresarial de Portugal (CIP). “Reclamamos do Ministério da Economia é que nos veja como um setor de atividade e não apenas como um fornecedor do Estado”, diz Óscar Gaspar, presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias(acesso pago)

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