Ganhos de mais de 4% da Mota-Engil impulsionam PSI-20

Bolsa de Lisboa arrancou a sessão a desvalorizar, mas inverteu a tendência, impulsionada pelos ganhos de mais de 4% da Mota-Engil. Investidores aplaudem resultados da construtora portuguesa. 

Após ter registado máximos de três anos na última sessão, a bolsa de Lisboa arrancou a sessão a desvalorizar, mas inverteu a tendência, impulsionada pelos ganhos de mais de 4% da Mota-Engil. Investidores aplaudem resultados da construtora portuguesa.

Pela Europa, o Stoxx 600 desvaloriza 0,1% a par com o francês CAC-40, enquanto o britânico FTSE recua 0,2%, tal como o espanhol IBEX-35 e o alemão DAX mantém-se inalterado. Lisboa arrancou a sessão a acompanhar as perdas das congéries europeias, num movimento de correção face aos máximos da última sessão, contudo, os ganhos da Mota-Engil levaram o índice de referência nacional a inverter a tendência, com o PSI-20 a ganhar 0,17% para 5.481,88 pontos.

Assim, a puxar pela praça lisboeta está a Mota-Engil, cujos títulos ganham 4,34% para 1,42 euros. Os investidores aplaudem, assim, os resultados divulgados pela construtora portuguesa. No primeiro semestre, a empresa liderada por Gonçalo Moura Martins passou de prejuízos a lucros, tendo registado um resultado líquido de oito milhões de euros.

Entre os “pesos pesados”, nota positiva para a Jerónimo Martins, cujas ações avançam 0,61% para 18,195 euros, para a Nos, que avança 0,33% para 3,6060 euros. Já no grupo EDP, a elétrica avança 0,17% para 4,7950 euros, ao passo que a EDP Renováveis soma 0,44% para cotar nos 22,92 euros. Recorde-se que na quarta-feira o banco alemão Berenberg subiu o preço-alvo dos títulos das cotadas do grupo EDP. Ainda pelo setor energético, a REN avança 0,20% para 2,495 euros.

Em contrapartida, a Galp Energia recua 0,88% para 8,522 euros, após a na última reunião da OPEP+, os ministros da energia terem decidido aumentar a produção em 400 mil barris por dia. Nesse contexto, o Brent, de referência europeia, segue pouco alterado, a avançar 0,01% para os 71,6 dólares, ao passo que o WTI recua 0,05% para os 68,55 dólares, em Nova Iorque.

A penalizar o índice de referência nacional está ainda o BCP, cujos títulos recuam 0,59% para 13,42 cêntimos.

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