Fundador português da Altice ataca Drahi na Justiça suíça
Objetivo deste processo – que deu entrada a 11 de julho e está avaliado em 1,4 mil milhões de euros -- é reivindicar direitos sobre várias entidades do grupo Altice.
Armando Pereira, cofundador da Altice, entrou com um processo no Tribunal de Primeira Instância de Genebra contra Patrick Drahi, que permanece à frente da Telecom que em Portugal é dona da Meo, avança o Jornal de Negócios, com base na imprensa francesa.
O objetivo deste processo – que deu entrada a 11 de julho e está avaliado em 1,4 mil milhões de euros — é reivindicar direitos sobre várias entidades do grupo Altice, segundo os jornais franceses. Este valor é calculado em função dos ganhos do grupo que foram vendidos e a dividendos de estruturas que ainda estão sob o seu domínio. O português terá 20% de interesse económico em investimentos pessoais feitos por Drahi, no setor das telecomunicações nos EUA e França, mas também no imobiliário, nomeadamente na Sotheby’s.
Armando Pereira, que está indiciado por 11 crimes de corrupção, decidiu avançar contra o seu antigo sócio Patrick Drahi numa altura em que a operadora francesa SFR, que pertence ao grupo Altice, está a ser desmantelada pelos rivais. A avaliação dos ativos da operadora está agora na casa dos 17 mil milhões de euros.
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