Hoje nas notícias: Influencer, habitação e saúde

  • ECO
  • 28 Novembro 2025

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O diretor do DCIAP admite que “houve uma falha” no processo da Operação Influencer no que toca às escutas que envolveram o ex-primeiro-ministro António Costa, mas assegura que nada foi ocultado. Já Benjamim Pereira, presidente do IHRU, garante que não existem atrasos nos pagamentos dos apoios à habitação, apesar dos constrangimentos administrativos que o instituto enfrenta. Estas são duas das notícias a marcar a atualidade na manhã desta sexta-feira.

DCIAP admite que “houve uma falha” nas escutas a Costa, mas nega ocultação

O diretor do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), Rui Cardoso, admite, em entrevista à SIC Notícias, que “houve uma falha” nas escutas da Operação Influencer, garantindo, no entanto, que nada foi ocultado. As declarações surgem após a polémica gerada pelas escutas que envolveram António Costa e que, “por um erro técnico”, não foram enviadas ao Supremo Tribunal de Justiça como determina a lei. A investigação, que teve início em novembro de 2023 e levou à detenção de cinco pessoas, está relacionada com suspeitas de corrupção em projetos de lítio, hidrogénio e um centro de dados em Sines, tendo conduzido à queda do Governo de maioria absoluta do PS.

Leia a notícia completa na SIC Notícias (acesso livre).

Presidente da IHRU nega atrasos nos apoios à habitação

O presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), Benjamim Pereira, assegura que não existem atrasos nos pagamentos dos apoios à habitação, apesar de admitir diversos constrangimentos no atendimento devido à falta de recursos e a sistemas obsoletos. Reconhece, contudo, que programas como o Apoio Extraordinária à Renda enfrentam “incongruências” que impedem o pagamento a cerca de 43 mil beneficiários até que regularizem a sua situação. Paralelamente, o instituto está a preparar melhorias no atendimento, incluindo a reposição do serviço telefónico até ao final do ano, enquanto gere o desafio de construir 150 mil fogos financiados pelo PRR até 2030.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).

Governo cria “ministros” da saúde nas cinco regiões

O Governo vai criar vice-presidentes para a saúde nas cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), numa mudança que devolve às regiões parte das competências perdidas com a extinção das Administrações Regionais de Saúde (ARS). Os novos dirigentes não terão responsabilidades na gestão corrente — como contratações ou salários —, mas assumirão o planeamento regional de saúde pública, em articulação com a DGS, e o planeamento de infraestruturas e equipamentos, em coordenação com a Direção Executiva do SNS. Na prática, os presidentes das Unidades Locais de Saúde (ULS) passarão a tratar temas estruturais diretamente com as CCDR, com objetivo de reaproximar a decisão das necessidades locais e reorganizar a administração intermédia do setor.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

Amadeu Guerra quer impedir acesso a investigações preventivas arquivadas

O Procurador-Geral da República (PGR), Amadeu Guerra, encontra-se a finalizar uma diretiva que irá uniformizar a atuação do Ministério Público nas averiguações preventivas — como a que incide há mais de oito meses sobre a Spinumviva, empresa da família do primeiro-ministro, Luís Montenegro. Entre as normas previstas está a impossibilidade de consulta destas averiguações sempre que as mesmas sejam arquivadas, garantindo total blindagem dos autos, salvo se a averiguação preventiva for convertida em inquérito-crime, situação em que passam a aplicar-se as regras de consulta previstas no Código do Processo Penal. A proximidade da entrada em vigor desta diretiva tem alimentado críticas como como as da socialista Ana Gomes, que entende que o PGR se prepara para arquivar o caso Spinumviva e acusa Amadeu Guerra de restringir o escrutínio e de proteger o primeiro-ministro ao optar por uma averiguação preventiva em vez de um inquérito-crime.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).

Jerónimo Martins, Carlos Martins e Visabeira investem na recolha e tratamento de resíduos

A Jerónimo Martins apostou recentemente na recolha e tratamento de resíduos urbanos e industriais ao criar, em parceria com Carlos Martins, chairman da Martifer, e a Visabeira, a empresa Pure Planet. Detida em partes iguais pelas três entidades (33,33%), a iniciativa pretende posicionar a Pure Planet como um operador com gestão profissional e ambição num setor estratégico, cada vez mais relevante face às metas ambientais nacionais e europeias. Para o grupo liderado por Pedro Soares dos Santos, esta aposta permite conhecer melhor um setor crucial para o desempenho ambiental da empresa e identificar oportunidades de negócio no contexto de uma economia cada vez mais circular.

Leia a notícia completa no Negócios (acesso pago)

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