Plano da habitação está centrado “em quem tem património, mas é relativamente equilibrado”

O co-CEO do Doutor Finanças, Nuno Leal, afirma que as medidas fiscais para mitigar a crise habitacional, que esta sexta-feira são discutidas na AR, vão contribuir para aumentar a oferta no mercado.

Nuno Leal, co-CEO do Doutor Finanças considera que as medidas fiscais do plano para a habitação, que serão discutidas no Parlamento esta sexta-feira, vão contribuir para aumentar a oferta no mercado. Nuno Leal reconhece que o pacote pode favorecer mais os proprietários e senhorios, mas é “relativamente equilibrado”.

“As medidas são centradas em quem tem património”, diz o co-líder do intermediário de crédito, que vai apresentar na próxima semana um Observatório do Imobiliário que reúne e analisa dados do mercado para consumidores e empresas.

Nuno Leal acredita que se podia ir mais além. “Acho que há um ponto onde o Governo já tocou e, de algum modo, ainda não atuou, que é a confiança no mercado. Uma das coisas que está a pesar bastante, nesta altura que é crítica, onde há desajuste entre oferta e procura, é a confiança que os proprietários têm para pôr casas no mercado para arrendar”, referiu, em declarações ao ECO.

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