Galp pensa distribuir trabalhadores em caso de fusão com Moeve
Atividades como upstream, energias renováveis, energy management e áreas corporativas e de suporte continuarão a ser desenvolvidas internamente, mantendo os recursos humanos necessários.
A Galp admite que a eventual criação de duas empresas em parceria com a espanhola Moeve implicará a redistribuição de trabalhadores, incluindo alguns com funções centrais, assegurando, contudo, que cerca de 70% do seu negócio atual permanecerá na esfera da empresa, avança o Público (acesso condicionado).
Segundo a petrolífera, atividades como upstream, energias renováveis, energy management e áreas corporativas e de suporte continuarão a ser desenvolvidas internamente, mantendo os recursos humanos necessários. A Comissão de Trabalhadores da Galp exigiu, na passada sexta-feira uma tomada de posição do Governo nas negociações entre a Galp e a Moeve, alertando para riscos de perda de soberania energética e de postos de trabalho. A Comissão de Trabalhadores está preocupada, nomeadamente, “com o impacto real nas áreas de suporte – business office – e todas as outras onde haja duplicação de funções”.
As negociações em curso com os acionistas da Moeve, o fundo soberano Mubadala e o grupo Carlyle, preveem a constituição de uma empresa para a distribuição de combustíveis, a RetailCo, com participação acionista idêntica entre os parceiros, e outra para a área de refinação, a IndustrialCo, onde a Galp deterá cerca de 20% do capital, integrando as três refinarias em Portugal, incluindo a de Sines. Negociações às quais o Governo “está atento”, como fez questão de anunciar o Ministério da Economia, depois da ministra do Ambiente ter dito ao ECO que o Governo vê aliança da Galp e Moeve como “positiva”.
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