As escolhas de… Diogo Lopes Barata

Diogo Lopes Barata é managing partner da Lopes Barata & Associados e conta com experiência nas áreas de corporate governance, M&A, comercial, societário, imobiliário e contencioso.

Na edição de fevereiro da revista Advocatus, Diogo Lopes Barata, managing partner da Lopes Barata & Associados, com experiência essencialmente nas áreas de corporate governance, M&A, comercial, societário, imobiliário e contencioso, partilhou as suas escolhas.

Estas são as suas escolhas!

O livro favorito

“As Farpas” de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão

O filme que nunca perde…

Tenho vários, mas o último que me surpreendeu pelo seu enredo foi o “Miss Sloan”.

Uma série de sempre…

“Boston Legal” e “Suits”

A viagem de eleição…

A mais recente, o Japão. Contudo, já estou a pensar na próxima: Tibete ou Nova Zelândia.

Uma memória…

É sempre difícil eleger a memória mais marcante. Contudo, arrisco-me a dizer que uma das histórias que mais me marcou, foi ter conseguido evitar a insolvência de um cliente in extremis, após vários meses de difícil negociação, quer com fornecedores quer com Bancos. Mais do que um fim de uma empresa, estavam em causa mais de 100 postos de trabalho, com vários núcleos familiares totalmente dependentes desta empresa. Foi evitar o impossível no último segundo. Trabalhar e acreditar. Valeu a pena!

Na secretária nunca falta(m)…

Um laptop, lápis e papel.

A primeira coisa que faz quando acorda…

Correr.

O primeiro despertador toca às…

5:55 am (para treinar).

Para começar bem o dia nada melhor do que…

Uma corrida, um bom pequeno-almoço e um café.

A primeira coisa que faz quando chega a casa…

Desligar o botão do escritório para estar com a minha família…

Os tempos livres são para…

Estar em família.

Um lema de vida…

Tentar sempre ser melhor hoje do que fui ontem, a todos os níveis. Querer evoluir, sempre!

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

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