Uso de pulseiras eletrónicas aumentou cerca de 125%. Mais de dois mil arguidos evitaram prisãopremium

Segundo o Ministério da Justiça, verificou-se um aumento de 125% do número de penas e medidas fiscalizadas por vigilância eletrónica: de 996 em 2015 passaram para 2.247 em 2020.

O uso de pulseiras eletrónicas aumentou cerca de 125% entre 2015 e 2020.Ou seja: de 996 casos para 2.247 arguidos que não encarcerados. Um dos motivos prende-se com o custo que essas mesmas pulseiras têm para o Estado: passou de 44 euros para 13 euros por preso, por dia.Os dados são do Ministério da Justiça que indicam, ainda assim, que o número de pedidos recebidos seja superior aos executados e que o valor tem vindo gradualmente a subir.O maior crescimento, de 35%, ocorreu no ano de 2018,devido às alterações legais que ocorreram na utilização de meios de vigilância eletrónica introduzidas em novembro de 2017. "O aumento do uso das designadas pulseiras eletrónicas na sequência do regime de permanência na habilitação com fiscalização por meios técnicos de controlo à distância, é o

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