Uber corta prejuízo em 9%. Já só perde 645 milhões

Prejuízo da conhecida aplicação de transporte privado caiu 9% em cadeia no segundo trimestre deste ano, face a um aumento de 17% nas receitas. Perdeu 645 milhões de dólares entre abril e junho.

A situação financeira da Uber está a melhorar. A aplicação de transporte reduziu os prejuízos no segundo trimestre deste ano, face a um aumento das receitas na ordem dos dois dígitos entre abril e junho. Os dados foram avançados pela empresa ao jornal Axios e citados pela Bloomberg.

Segundo a agência, as receitas da empresa aumentaram 17% em relação ao trimestre anterior, fixando-se nos 1,75 mil milhões de dólares, ou cerca de 1,48 mil milhões de euros. Os prejuízos desceram 9%, com a Uber a perder ainda assim 645 milhões de dólares, aproximadamente 547,1 milhões de euros.

No final do segundo trimestre, a Uber contava com 6,6 mil milhões de dólares em cash. Reportou também um aumento em cadeia de 17% nas receitas geradas com comissões, atingindo os 8,7 mil milhões de dólares.

Os dados mostram que a saúde financeira da Uber está a melhorar. A empresa nasceu em 2008 e está agora a assinalar o nono ano de atividade, contando hoje com operações em cidades um pouco por todo o mundo — incluindo em Portugal. Está avaliada em cerca de 70 mil milhões de euros em capital privado, mas até agora ainda não atingiu o break-even.

A Uber não é uma empresa cotada, daí não estar obrigada a revelar dados concretos acerca dos seus investidores e dos resultados. Encontra-se atualmente à procura de um novo presidente executivo, após a demissão de Travis Kalanick na sequência de várias polémicas e escândalos.

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