Chambers: a lista dos melhores em Dispute Resolution

  • ADVOCATUS
  • 16 Fevereiro 2018

O diretório da Chambers and Partners distingue os 'ranked lawyers' na edição já de 2018. Leia aqui os advogados distinguidos na área de Dispute Resolution.

O diretório da Chambers and Partners distingue os ‘ranked lawyers’ na edição já de 2018. Os advogados distinguidos na área de Dispute Resolution são:

Dispute Resolution

Senior Statesmen

  • José Manuel Galvão Teles (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)
  • Daniel Proença de Carvalho (Uría Menéndez – Proença de Carvalho)

Star Individuals

  • José Miguel Júdice (PLMJ)

Band 1

  • Tito Arantes Fontes (Uría Menéndez – Proença de Carvalho)
  • Luís Miguel Cortes Martins (Serra Lopes, Cortes Martins & Associados)
  • Francisco Cortez (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)
  • Miguel Esperança Pina (Cuatrecasas)
  • Nuno Líbano Monteiro (PLMJ Lawyers)
  • Miguel Pinto Cardoso (VdA)

Band 2

  • Nuno Ferreira Lousa (Linklaters)
  • Frederico Gonçalves Pereira (VdA)
  • Ricardo Guimarães (Linklaters)
  • António Pinto Leite (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)

Joaquim Shearman de Macedo (CMS )

Band 3

  • Fernando Aguilar de Carvalho (Uría Menéndez – Proença de Carvalho)
  • Teresa Anselmo Vaz (Anselmo Vaz, Afra & Associados Sociedade de Advogados, RL)
  • Miguel Azevedo (Garrigues)
  • João Nuno Azevedo Neves (DLA Piper ABBC)
  • Francisco Colaço (Albuquerque & Associados)
  • Miguel de Almada (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)
  • João Duarte de Sousa (Garrigues)
  • Fernando Ferreira Pinto (Ferreira Pinto)
  • Rita Gouveia (Cuatrecasas)
  • Pedro Metello de Nápoles (PLMJ)
  • Maria Raquel Moreira (Serra Lopes, Cortes Martins & Associados)
  • Rui Patrício (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)
  • Nuno Pena (CMS)
  • João Saúde (Sérvulo & Associados)
  • José Carlos Soares Machado (SRS Advogados)
  • Joaquim Taveira da Fonseca (Taveira da Fonseca & Associados – Sociedade de Advogados, RL)
  • Filipe Vaz Pinto (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)

Band 4

  • José Alves Pereira (Alves Pereira, Teixeira de Sousa & Associados)
  • Pedro Faria (PLMJ Lawyers)
  • José Jácome (AAA Advogados)
  • Sofia Martins (Miranda & Associados)
  • João Maria Pimentel (Campos Ferreira, Sá Carneiro & Associados)
  • Sofia Ribeiro Branco (VdA)
  • Nuno Salazar Casanova (Uría Menéndez – Proença de Carvalho)
  • Guilherme Santos Silva (Abreu Advogados)
  • Carlos Soares (Carlos Soares & Associados – Sociedade de Advogados)
  • Rui Tabarra e Castro (FCB Sociedade de Advogados)

Other Noted Practitioners

  • Rita Cruz (CCA ONTIER)
  • Luís Falcão Ramos (FCB Sociedade de Advogados)
  • João Valadas Coriel (Valadas Coriel & Associados)

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O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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António Costa
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