Apple lança iPad mais barato com foco na educação

  • Juliana Nogueira Santos
  • 27 Março 2018

O novo iPad de 9,7 polegadas é compatível com o Apple Pencil, para que o aparelho se transforme numa folha de papel.

A Apple pôs os seus ecrãs nas mãos de milhões de pessoas por todo o mundo. Agora quer pô-los nas carteiras das escolas. Tim Cook anunciou esta terça-feira um novo iPad a pensar nas necessidades em meio escolar. E também no preço.

O novo iPad de 9,7 polegadas conta com um processador mais rápido, uma câmara traseira de oito megapíxeis e bateria com dez horas de autonomia. Isto tudo em apenas 450 gramas. Mas a grande novidade está nos acessórios.

O novo tablet da marca da maçã é agora compatível com o Apple Pencil, que permite aos utilizadores utilizar o aparelho como se fosse uma folha de papel. As aplicações para educação estão também a ser expandidas, com a loja da Apple a contar já com mais de 200 mil aplicações.

Os novos dispositivos já estão disponíveis para venda no site oficial da Apple com preços que variam entre 354 e os 565 euros. O Apple Pencil vende-se à parte por 99 dólares.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Apple lança iPad mais barato com foco na educação

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião