Depois da Apple, Amazon também já vale um bilião de dólares

A Amazon tornou-se esta terça-feira a segunda empresa em Wall Street a ultrapassar a barreira do bilião de dólares em capitalização bolsista.

A Amazon também já cruzou a meta e tornou-se a segunda empresa em Wall Street a ultrapassar o valor de mercado de um bilião de dólares, ou seja, 1.000.000.000.000 dólares. Este feito surge pouco mais de um mês depois de a Apple se ter sagrado a primeira cotada norte-americana a valer um bilião de dólares (ou one trillion dollars, no original em inglês). A notícia foi avançada pelo The Guardian.

Este é um marco histórico e muito relevante para a gigante fundada pelo norte-americano Jeff Bezos em 1994. A Amazon começou por comercializar livros e, agora, tem ramificações por setores como a tecnologia, o retalho, os conteúdos de entretenimento e os videojogos. Bezos acumula atualmente uma das maiores fortunas pessoais em todo o mundo.

Evolução das ações da Amazon em Wall Street

Os títulos da Amazon estão a valorizar esta terça-feira, numa sessão em que as bolsas norte-americanas estão em queda. Os títulos da empresa tocaram um máximo próximo dos 2.049,91 dólares por ação esta terça-feira, levando a capitalização bolsista a subir acima do bilião de dólares. Entretanto, os títulos corrigiram e estão a avançar 1,19% para 2.036,31 dólares, com a Amazon a valer 993,39 mil milhões de dólares.

A 2 de agosto deste ano, a Apple sagrou-se vencedora desta corrida ao bilião. A fabricante do iPhone sagrou-se a primeira empresa norte-americana e cotada em Nova Iorque a passar a meta do bilião de dólares de valor de mercado. Agora, existem várias empresas bem posicionadas para ocupar o terceiro lugar no pódio: a Alphabet (Google), a Microsoft e o Facebook são alguns exemplos, como escreveu o ECO no final de julho.

(Notícia atualizada às 17h10 com mais informações)

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Depois da Apple, Amazon também já vale um bilião de dólares

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião