Banco CTT contrata tecnologia para prevenir branqueamento de capitais

O Banco CTT fechou um contrato com a tecnológica Fiserv. Empresa norte-americana vai fornecer aos correios uma solução escalável de gestão de risco e prevenção de crimes financeiros.

O Banco CTT contratou um novo serviço tecnológico de prevenção de branqueamento de capitais. A tecnologia foi criada pela cotada norte-americana Fiserv e vai ajudar o banco dos correios a gerir o risco financeiro associado às operações, bem como a antecipar e combater eventuais crimes financeiros que recorram à infraestrutura do banco português, anunciou a Fiserv em comunicado.

“Enquanto banco novo e em rápido crescimento, procurámos uma solução credível e robusta de prevenção de branqueamento de capitais que pudesse suportar, de forma eficiente, a evolução dos nossos serviços. Escolhemos a Fiserv porque correspondiam aos requisitos e porque poderão fornecer à nossa equipa de prevenção de crimes financeiros uma solução singular para monitorizar atividades suspeitas num vasto espetro de transações”, diz Miguel Oliveira, responsável de compliance do Banco CTT, citado em comunicado.

Segundo a Fiserv, esta tecnologia também mitiga eventuais interrupções do serviço na sequência de eventuais investigações a transações que, depois, se verifiquem legítimas. “A solução da Fiserv que foi selecionada pelo banco alavanca técnicas poderosas de inferência, ferramentas de visualização e profiling comportamental, o que vai permitir ao Banco CTT gerir os riscos e monitorizar potenciais atividades suspeitas”, indica a empresa na mesma nota.

Números da empresa indicam que a solução contratada pelo Banco CTT já é usada por 1.200 outras organizações a nível mundial. Liderada por Jeffery Yabuki, a Fiserv é uma empresa de desenvolvimento de soluções para o setor financeiro, fundada em 1984. Encontra-se listada no índice Fortune 500 e registou, no terceiro trimestre de 2018, um aumento homólogo da receita ajustada de 1%, para cerca de 1,3 mil milhões de dólares.

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